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Daniel Laper, da AT, fala sobre sua participação no ABINC Summit

Executivo da American Tower também falou sobre a maturidade e oportunidades do mercado brasileiro de IoT

O primeiro congresso realizado pela ABINC reuniu diversos empresários e especialistas em torno de um debate sobre o cenário atual da internet das coisas (IoT) no Brasil e no mundo. Mesmo com inúmeros desafios, o evento apontou as perspectivas positivas em relação ao setor para os próximos anos.

Tal ideia é compartilhada pelo gerente sênior de desenvolvimento de novos negócios na American Tower, Daniel Laper. Para ele, eventos como este proporcionam a troca de ideias entre as diversas organizações, além de aquecer o mercado, proporcionando assim mais oportunidades para novos negócios.

“Não existe só um elo da cadeia que se beneficia, o movimento dos diversos elos da cadeia beneficiam os outros elos. A gente precisa que esse movimento aconteça e a ABINC está fazendo isso de uma forma admirável. Somos orgulhosamente membros da associação e queremos que isso aconteça de forma cada vez mais alavancada para que as oportunidades de negócio possam ser maiores para todo mundo”, falou Laper.

O executivo comentou que vê um ecossistema muito amplo, com muitos parceiros e players diferentes, com necessidades, entendimentos e educação em níveis muito diversos. A oportunidade e ao mesmo tempo os desafios para os avanços com a IoT dependem da comunicação de maneira estruturada destes parceiros, para que possam entrar em um certo grau de interação para que os negócios se estabeleçam.

“A ABINC já faz esse trabalho de forma estruturada desde o início das nossas atividades, sendo uma parceira da American Tower e da IoT Opem Labs desde o começo. O que a gente vê em um evento como esse é justamente o aquecimento desses players, das moléculas se chocando e começando a gerar movimento”, comentou o executivo.

Em relação à maturidade do mercado nacional e do desenvolvimento da IoT no exterior, Laper afirmar que os avanços da tecnologia no país estão em pé de igualdade com o que está sendo produzido lá fora. Ele reconhece que o volume ainda está abaixo do esperado, no entanto, muitas barreiras já foram superadas, principalmente após a homologação do decreto nacional de internet das coisas, o que assegura os investimentos para ampliação da rede.

“A gente tem uma tendência a ver o nosso copo meio vazio, mas nesse caso, eu acho que a gente está fazendo bonito. O sentimento é totalmente otimista. Os movimentos que precisam ser feitos estão acontecendo. A gente percebe que a homologação do decreto nacional de IoT pelo presidente é um passo superimportante para o Brasil. Acho que muita coisa vai destravar em função disso e reflete na própria repercussão que você vê em um evento desses. A animação com que as pessoas saem, o grau de satisfação do cliente final, até o provedor de componente. Então, isso só chancela que o negócio está no caminho certo”, disse Daniel Laper.

Hoje, a American Tower possui cerca de um terço de torres de comunicação no país, o que facilita as soluções para cobertura de IoT. Apesar disso, o executivo explicou que a sua estratégia de negócios se baseia na demanda, principalmente com a entrada de clientes chave. Até o fim deste ano a empresa espera chegar em mais de noventa cidades no Brasil.

Isso significa o fortalecimento das estratégias para a aplicação da tecnologia, viabilizando oportunidades de negócios em qualquer região. O impacto positivo desta rede atinge também o agronegócio, que apesar disso, possui desafios específicos a serem superados.

Para Laper, o maior desafio em relação ao agronegócio está na complexidade para conseguir fechar de maneira simples para o cliente as diversas aplicações de uso da tecnologia. “Ele não quer só um sensor de solo, de iluminação ou de clima, às vezes ele quer isso tudo em uma interface simples e receber um SMS”, frisou.

Por fim, o executivo da American Tower ressaltou que é preciso aproveitar oportunidades como o seminário para que as empresas possam trabalhar juntas para aprimorar os projetos e ampliar os negócios de IoT no país.

“A gente começou, eu acho que a ABINC também, no mercado que estava pronto para iniciar, “Ready for start”. Então passamos para “ready for pocket” e começamos a ver muita gente pronta para vender. Mas precisamos nos provocar, precisamos trabalhar juntos pra ter um país “ready for scale” e então atingir as grandes escalas e tomar de vez o protagonismo deste negócio perante o restante do mundo”, finalizou.

A American Tower é a proprietária independente e operadora de torres de comunicação líder do mercado. Com um portfólio mundial que inclui mais de 87.000 sites próprios ou gerenciados. Além da locação de espaços em torres, a empresa oferece soluções customizadas para colocações em sistemas internos (in building DAS), sistemas externos (outdoor DAS), rooftops e serviços que aprimoram o a cobertura de redes wireless.

Sediada em Boston, Massachussets, a American Tower possui escritórios nos Estados Unidos, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Alemanha, Gana, Índia, México, Peru, África do Sul e Uganda.

Associado da ABINC tem como benefícios:

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