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Enquanto o 5G não vem: especialistas debatem as oportunidades para o desenvolvimento de soluções IoT

19/11/2020

• 1 min de leitura

É preciso dar um start nas iniciativas de IoT, compreender a tecnologia, montar uma arquitetura para utilizar o que é possível sem o 5G. E quando ele chegar teremos maturidade para poder aplicar a tecnologia no negócio”, Marcello – Queiroz Galvão.

Realizada em outubro, a Futurecom Digital Week reuniu, através de uma plataforma digital totalmente online, especialistas e líderes do setor de inovação para promover um debate amplo sobre infraestrutura e conectividade. Em um dos painéis, Paulo José Spaccaquerche, presidente da Associação Brasileira de Internet das Coisas – ABINC mediou o webinar: Enquanto o 5G não vem: Utilizando a Infraestrutura disponível para atender a Demanda IoT de diferentes Negócios.

Participaram deste debate: o diretor de negócios de IoT da Claro, Eduardo Polidoro; o diretor para desenvolvimento de novos negócios da Nokia, Leonardo Finizola; o CIO da Queiroz Galvão, Marcello Borges; o diretor de arquitetura Cloud e tecnologias emergentes da Oracle, Marco Righetti; o diretor de soluções corporativas da TIM, Paulo Humberto Gouvea; a Head de arquitetura da Vale, Stella Michirefe.

O IoT não depende do 5G, entretanto, o IoT precisa do 5G para se impulsionar em soluções mais específicas”, Paulo José Spaccaquerche – ABINC.

Os convidados expuseram suas percepções e experiências com o desenvolvimento de soluções inovadoras de IoT (internet das coisas) utilizando as estruturas de redes disponíveis no país. A tecnologia 5G, que ainda é muito aguardada no Brasil, promete revolucionar o setor de Telecom, proporcionando mais velocidade, maior cobertura, mais autonomia de bateria e muitas outras vantagens para os projetos de IoT. Porém, o leilão da frequência de rádio só deve ocorrer em 2021.

Enquanto o 5G não vem, empresas de todos os setores já trabalham no desenvolvimento de soluções viáveis, eficientes e seguras. Para os painelistas não há impedimentos para o desenvolvimentos de soluções IoT inovadoras. O presidente da ABINC, Paulo José Spaccaquerche, assegura que mesmo sem o 5G o país tem condições de ofertar tecnologia de conectividade que resolvam a maioria dos desafios para os negócios. De modo geral, todos concordam que há muitas oportunidades de negócios e que elas serão aceleradas com a disponibilidade do 5G.

Um exemplo disso é o programa de transformação digital da Vale desenvolvido para reduzir o risco da força de trabalho e melhorar o retorno dos ativos. A empresa empregou cerca de 14 caminhos autônomos de extração na Mina Brucutu utilizando a tecnologia de comunicação Imax e agora está migrando para rede LTE. Também está utilizando drones para fazer o monitoramento das minas e utilizando crachás inteligentes para monitorar os trabalhadores.

Conectividade é uma das questões para se resolver os desafios da indústria 4.0. Ela é básica. Sem conectividade a gente não vai fazer nada, mas nós como operadoras somos parte da solução, nós não somos a solução”, Paulo Humberto Gouvea – TIM.

A lei geral de proteção aos dados (LGPD) também foi debatida no painel. As Telecom, Claro e TIM, garantem oferecer uma rede segura para seus clientes de telefonia e para aqueles com soluções fim a fim. No entanto, são nas aplicações que há o maior risco para a segurança dos dados. Marco Righetti, da Oracle, reforça que é preciso se certificar que o hardware está sendo trabalhado dentro dos protocolos industriais de segurança cibernética.

Enquanto aguardamos o 5G ainda é preciso superar inúmeros desafios, desde compreender a arquitetura de IoT e as necessidades de cada cliente. Nos últimos anos a Nokia se estruturou em todos os segmentos, dialogando com setores como agro, energia e indústria, para compreender as suas necessidades antes de desenvolver as soluções. Mas também há desafios estruturais e regulatórios, como lembra o diretor da Claro.

Para Eduardo Polidoro é preciso haver redução fiscal para baratear as aplicações, mais agilidade no processo de liberação para a instalação de antenas e que o leilão do 5G não seja arrecadatório, já que a implementação da tecnologia demandará um grande investimento das Telecom.

Confira abaixo algumas fotos de bastidores da realização do webinar nos estúdios da Futurecom:

Futurecom Digital Week

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