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Mulheres no IoT

Vamos combinar que a Internet das Coisas, em linha com a tradição de diversos outros campos da tecnologia, é um “clube do bolinha”? Claro que existem – graças a Deus, exceções, mas ainda são poucas.

Parece um assunto sem muito nexo quando estamos preocupados com protocolos, estruturas de rede, conectividade etc. Mas, hoje sendo o Dia Internacional da Mulher parece ser um momento mais adequado para colocar certos pontos à luz do dia.

Coincidentemente, um dos filmes ganhadores do Oscar em 2017 mostra a história de mulheres que contribuíram para o programa espacial americano, mas sempre à sombra de outros colegas – homens, um espelho de algo que ocorre na vida real. (saiba mais)

Uma análise do IBGE verifica que, quanto maior o grau de escolaridade e estamos tratando disso exatamente em setores de tecnologia), maior a diferença salarial entre homens e mulheres em posições de especialização. (saiba mais)

O mesmo ocorre para cargos gerenciais em empresas, ponto chave no desenvolvimento de setores tecnológicos de mercado.

E o problema não deve se resolver tão cedo. A Organização Mundial do Trabalho estima que a paridade salarial entre os gêneros, no mundo todo, poderá levar algumas décadas para ser alcançada. (saiba mais)

No entanto, o IoT é um setor que abarca, além de grandes empresas investidoras, muitas startups, ambientes potencialmente igualitários (ou deveriam ser) e que podem promover uma mudança de paradigma, acelerando este equilíbrio.

A ABINC, como não pode deixar de ser é completamente a favor da paridade salarial entre os gêneros pois, como não poderia deixar de ser, o que vale é a inovação, não importa quem crie.

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