Quais são as oportunidades para o ecossistema de IoT na próxima década?

Em parceria com o IoT OpenLabs a ABINC realizou mais uma edição do IoT Networking Happy Hour para promover a troca de ideias e experiências no desenvolvimento de soluções através da Internet das Coisas.

Na última edição do ano, a associação mirou seu olhar para a próxima década e para as oportunidades de negócio que poderão ser realizadas em torno da IoT já no próximo ano. Dados do estudo “A IoT na AL&C 2019: medindo o pulso da Internet das Coisas na América Latina e no Caribe” apontam um crescimento animador nas receitas com IoT até 2021.

Segundo o relatório, os negócios com a IoT passarão de US$ 2,2 bilhões em 2019 para US$ 3,3 bilhões em 2021, representando um crescimento de 50%. Os dispositivos conectados também aumentarão exponencialmente, indo de 178,2 milhões de unidades em 2019 para 415,7 milhões em 2023, um crescimento de 133%.

O estudo realizado pelo Inter-American Development Bank com contribuição da ABINC foi apresentado no IoT Networking Happy Hour de novembro e em breve estará disponível.

Com a finalidade de contribuir com a expansão do ecossistema, a ABINC apresentou neste último encontro o projeto “ABINC Conexão IoT”, uma plataforma digital desenvolvida para integrar a comunidade e fomentar os negócios. Diante desta nova era de oportunidades a associação também lançou uma provocação aos participantes deste encontro: Quais são as oportunidades para o ecossistema de IoT na próxima década?

Para Gustavo Zarife, da Everynet e Fabiano Wiggers, da Aexonis, no começo da década a IoT terá grande destaque na indústria de manufatura e no setor público, melhorando e aumentando a produtividade. Mais para o final da década, veremos mais soluções voltadas à saúde, com impacto no controle de qualidade dos procedimentos nos setores hospitalares, e por fim, na qualidade de vida das pessoas com o crescimento das cidades inteligentes.

O aumento das redes de baixa potência e dos dispositivos conectáveis tem contribuído para elevar o escalonamento de soluções nas cidades e até mesmo no campo, ainda que em um ritmo mais lento. Os executivos ouvidos pela ABINC também apontaram para as oportunidades que serão potencializadas com a entrada definitiva do 5G no Brasil.

Para Carlos Tunes, da IBM, a combinação do 5G com a tecnologia blockchain criará novas oportunidades de mercado e segmentos específicos, principalmente na área de transportes, o varejo e as telecomunicações.

Uma tecnologia que aos poucos está conquistando mercado residencial são os assistentes virtuais comandados pela voz. A tecnologia permite ações pratica em casas inteligentes como acender ou apagar as luzes, e comandar outros dispositivos conectados à rede.

Em breve os assistentes também podem chegar nas empresas, auxiliando e modificando a maneira como algumas tarefas são realizadas, como por exemplo o envio de solicitações ou aprovações de uma operação em uma empresa de logística. Dalton Oliveira da Wardston Consulting acredita que essa tecnologia pode agilizar e facilitar o dia a dia.

Com o crescimento acelerado de sistemas tecnológicos nos próximos 10 anos, espera-se também transformações nos postos de trabalho e nas carreiras profissionais. Para lidar com um mundo cada vez mais digital e automatizado, as pessoas precisaram ser capacitadas e para que isso ocorra, profissionais especializados devem contribuir para a “evangelização” do mercado.

Para Rafael Santiago, sócio da startup SmartMosaic, uma das novas profissões que irão surgir no mercado é o gerente de redes de IoT. Santigo olha para o futuro e vê nele grandes redes de IoT com milhões de dispositivos conectados, e esse profissional seria o responsável pelo bom funcionamento destas redes.

Já para final da próxima década, com a IoT estabelecida no país e empresas operando de maneira totalmente digitalizada, Santiago vê dentro das empresas um profissional no quadro de funcionário com um diferencial sobre os demais, ser aquele que vai identificar os problemas e buscar soluções através da IoT.

“Para nós, é cada vez mais evidente que uma das novas posições que devem surgir no mercado é o solucionador de problemas. Acredito que as grandes empresas já estão olhando para isso. Aquele cara dentro da companhia, que conhece o negócio e que vai identificar o problema. O cara que vai carregar o problema e que vai resolver por meio de IoT. Com certeza, a gente vai ter esse cara que projeta, que entende de negócios, e que vai ajudar a áreas técnicas a implementar soluções”, comentou.

Sem dúvidas a tecnologia tem muito a contribuir na indústria e na vida das pessoas, no entanto, não será sozinha a solução para os inúmeros desafios de hoje e aqueles que ainda estão por vir. É preciso estar preparado para as transformações no mercado fortalecendo também as bases de qualquer negócio, como lembrou Thiago Henry da empresa Alter Assessoria.

“A dica que eu daria para a preparação para essa nova era que se abre é: continuar com essas boas ideias mas não esquecendo das bases fundamentais de todo o negócio. Como faz? Quanto custa? Para onde vai? Como é que está a concorrência? Quais são os próximos passos do teu negócio? Como você se posiciona frente aos outros entes desse mesmo ecossistema para gerar a efetiva sustentabilidade desse tipo de estrutura de negócio para o Brasil, que mais do que nunca, precisar disso nessa próxima hera”, comentou Henry.

Nos próximos anos veremos surgir grandes oportunidades de negócio e grandes transformações no trabalho e na vida das pessoas. Há muito por vir para além da próxima década e a pergunta a se fazer é “Estamos preparados para um era de transformação digital?”

Cláudio Sonaglio da empresa Vermont-Rep, acredita que somos “ingênuos” para o que estar por vir e que não temos uma previsão capaz de definir o quão grande e transformador será o futuro graças a IoT.

E como você e o seu negócio estão se preparando para uma nova era de transformação digital?

Cobertura do IoT Networking Happy Hour de Novembro – Parte 2

Na última semana apresentamos um pouco das oportunidades agregadas no segundo IoT Networking Happy Hour realizado na IoT OpenLabs, (veja aqui). Quando foi apresentado o inédito estudo “IoT na América Latina e Caribe 2019” realizado pelo Inter-American Development Bank com contribuição da ABINC.

Em um evento organizado para a troca de ideias de maneira informal e descontraída não faltou oportunidade para conhecer os diferentes modelos de negócio que buscam soluções para os inúmeros desafios da sociedade, das organizações e do campo. Empreendedores de diferentes tamanhos tiveram a oportunidades de compartilhar suas pesquisas e desafios para os avanços da IoT no Brasil. Assim, contribuindo e expandindo a comunidade de Internet das Coisas.

Para aqueles entrevistados pela ABINC, a conectividade, a disponibilidade de dispositivos e a escalonidade são os principais desafios para os avanços da IoT. Também por essa razão, formar uma grande rede ativa com a participação de produtores de dispositivos e integradores se faz tão importante.

Com quase 40 anos de experiência na área de dados, Oswaldo Conti-Bosso, fundador da BWS Tecnology, empresa especializada na área de rastreamento de veículos, aposta em grandes oportunidades geradas através da Internet das Coisas.

“Hoje eu tenho mais de um milhão de equipamentos de rastreador no Brasil e agora estou lançando equipamentos de IoT, de telemetria, com solução hibrida para LoRa e outros produtos. Essa é a perspectiva do mercado e a visão que eu tenho para as próximas décadas. O mercado anseia por nova soluções disruptivas de tecnologia para a redução de custos somados a melhoria de soluções. Eu vejo com bons olhos as oportunidades que temos pela frente, estou otimista.”

Para Conti-Bosso, o evento foi uma grande oportunidade para gerar contatos e abrir algumas janelas no mercado. O executivo destacou o interesse em capacitar seus técnicos através dos treinamentos oferecidos pelo IoT OpenLabs, assim como torna-se membro da ABINC, interesse compartilhado por outro entrevistado, Ricardo Oliveira, da Tecexpert.

Especializada em soluções de conectividade sem fio através de Wi-Fi, ambiente LoRa e bluetooth. Oliveira destaca que hoje a empresa esta desenvolvendo aplicação para carros autônomos, ambientes autônomos e o AgroMobility (veja aqui),  uma solução portátil que garante conexão ao ambiente de agronegócio.

“O ponto principal é a conectividade. Hoje nós temos uma solução chamada carretinha móvel, que leva conectividade onde não existe a presença de operadoras. Utilizamos soluções de satélite e painéis solares para alimentação, utilizando redes wi-mash para poder promover essa conexão de sensores e equipamentos”, comentou Oliveira.

Sobre os desafios do IoT, o executivo destacou que devido o atual cenário econômico do país, as empresas estão mais seletivas na hora de fazer algum investimento, e que muitas vezes acabam optando por escolhas mal orientadas. Mas através da IoT, informações essenciais para a tomada de decisão como em que investir, pode resultar em medidas efetivas nos processos produtivos.

O diretor da Topcomm, Seido Nakanishi, traz um outro olhar sobre os desafios para expansão da IoT. Ele entende que a IoT é uma dos componentes que compõem uma solução, o elemento essencial para por em prática um projeto de baixo custo.

“Ela pode ser uma tecnologia chave, o elemento que faltava para viabilizar principalmente dispositivos de baixíssimo custo de monitoração e implementação, e assim, conectá-los a rede. Tecnologias convencionais como GPRS ou pacote de dados tornam-se muitas vezes inviáveis. Por exemplo: se cada medidor de água custar R$ 2 por mês para estar conectado já é um problema para a empresa de saneamento”, comentou.

A Topcomm é especializada em soluções customizadas baseadas em sistemas embarcados, utilizando software open source, o que segundo Nakanishi contribui para que os clientes fiquem livres de custo de licenciamentos. Entre os principais projetos desenvolvidos o executivo destacou um sistema na área de radares para uma empresa subsidiária da Embraer e o primeiro sistema de leitura de código de barras da livraria Saraiva.

Cobertura do IoT Networking Happy Hour de Novembro – Parte 1

O segundo IoT Networking Happy Hour reuniu diversos profissionais que trabalham ou buscam soluções com base na Internet das Coisas (IoT) para um bate papo informal com degustação de chopp, pizza e muita troca de ideias sobre as oportunidades com o ecossistema.

Realizado no espaço da IoT OpenLabs, o evento apresentou o inédito estudo “IoT na América Latina e Caribe 2019” realizado pelo Inter-American Development Bank e que contou com importante contribuição da ABINC, e em breve estará disponibilizado em nosso site. Este relatório fornece uma visão geral do estado atual e do potencial futuro da IoT nas duas regiões.

Nessa oportunidade de networking conhecemos alguns modelos de negócio que buscam na IoT soluções para problemas enfrentados no campo, nos centros urbanos e dentro da indústria. Nesse artigo, apresentaremos três empreendedores com soluções diferentes e desafios semelhantes.

O primeiro deles é o italiano Fabrizio Gambarini, da Agridecision, uma startup focada na análise de dados sobre o uso de agrotóxicos na agricultura, especialmente na análise de dados sobre os vinhos produzido no Brasil. Através dos relatórios é possível racionalizar e otimizar o uso de agro defensivos na plantação.

Focado em seu negócio, Gambarini conta que passou muito tempo isolado, trabalhando com uma tecnologia que ainda não estava presente no país. Ele lembra que no início de seu trabalho não havia muitas informações disponíveis como hoje, e que só através do networking adquiriu o conhecimento necessário para desenvolver sua pesquisa.

“O agronegócio tem um problema enorme que é a (dificuldade) de conectividade. Eu já vi muitas empresas entregando algumas coisinhas nos últimos anos, mas o processo é muito lento. Hoje eu estou com muitos projetos parados por falta de equipamentos. Eu acredito que são as grandes empresas que vão entrar com a tecnologia e depois as pequenas vão escalar, a depender do que acontece no mercado”, comentou Gambarini.

A disponibilidade e escalonidade de dispositivos também são os desafios enfrentados pela IT2B Tecnologias e Serviços, integradora de soluções para cidades inteligentes. Odair Souza, Head de Digital Transformation, conta que a empresa está trabalhando o software, mas ainda esbarra na dificuldade de dispositivos e conectividade.

Entre os projetos desenvolvidos pela IT2B, Souza destaca as soluções para estacionamentos de zona azul rápida. A tecnologia já aplicada por algumas prefeituras exibe a disponibilidades e a localização da vagas de estacionamento administradas pelo município.

O smart place é outra solução oferecida pela empresa, com ela é possível tornar os escritórios inteligentes, como por exemplo, ter a disponibilidades de dados sobre as lixeiras que emitem mensagens quando cheias para que o lixo seja recolhido. Souza também destacou o projeto para o monitoramento de águas pluviais em locais onde eventualmente há risco de enchentes.

Quem também esteve presente e aproveitou a troca de ideias foi o fundador e CEO da Tractian, Igor Marinelli, que oferece soluções focadas na indústria para gestão de processos de ativos. A tecnologia é 100% brasileira, mas teve início com um pesquisa realizada por Marinelli na Universidade da Califórnia.

“Fiz uma pesquisa na parte de ciências de dados e blockchain, e comecei a me questionar porque não trazer essa tecnologia do Vale do Silício para as indústrias do Brasil. Hoje nós temos um SAS focado em indústria para gestão de processos de ativos”, comentou.

No início do projeto a empresa foi contemplada em um processo de aceleração realizado pela Microsoft e hoje possui clientes na fabricação de celulose e alimentação e busca clientes anjos em segmentos diferentes, tendo projeto na área da saúde para predição de doença crônica.

Marinelli finaliza dizendo que o IoT Networking Happy Hour é um ótima oportunidade para conhecer novos projetos e soluções com IoT, principalmente na parte de hardware, o que contribui muito na hora de implementar um projeto.

“Eu gosto muito de me conectar com os novos hardwares. Estou muito focado em software, mas se eu não tiver um bom entendimento do dispositivo, não saber qual indicar para o meu cliente, o que implementar e como fazer o sensoriamento melhor em uma planta industrial eu não vou alcançar os melhores resultados”, finalizou.

Fique ligado na segunda parte desse artigo e não deixe de participar do nosso próximo encontro com data marcada para 11/12/2019 às 19h00 no IoT OpenLabs (as inscrições serão abertas em breve).

Associado da ABINC tem como benefícios:

+ Preços promocionais nos eventos da associação;

+ Ter acesso às demandas e necessidades de IoT do mercado (empresas e governo);

+ Networking com todo o ecossistema de IoT ABINC;

+ Ter seus casos de sucesso em IoT divulgados para todo o mercado.

Quanto maior for a nossa comunidade, mais forte e representativo será o nosso setor. Participe!

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IOT Day 2019 é comemorado com muita troca de experiências e networking

#IoTDay é um convite aberto à Comunidade da Internet das Coisas para organizar um evento, um almoço, uma conversa na sua região sobre o que é a #IoT e o que isso significa na vida cotidiana para todos nós. Ele foi criado pelo IOT Council e esse ano acorreram encontros em mais de 50 cidades ao redor do mundo: https://www.iotday.org/.

Nós da ABINC estamos muito felizes em ver que a IOT já não é mais apenas uma tendência e que de fato está acontecendo, o que nos dá confiança em seguir com o trabalho de fomentar o mercado e defender os interesses de nossos associados e parceiros, frente às esferas pública e privada.

Nas palavras de Flávio Maeda, presidente da ABINC, “pelo fato de estarmos com o foco de apresentar casos reais de Internet das Coisas sendo aplicados pelas empresas, nada melhor do que ter celebrado o IOT Day no IOT Open Labs com várias empresas que estão investindo pesado em IOT com casos reais e com os seus parceiros, que formam um ecossistema já amadurecido com empresas como a American Towers, Everynet e Bandtec, cobrindo todas as áreas de infraestrutura, tecnologia e educação, além dos parceiros de soluções que fizeram apresentações. É a ABINC fortalecendo este ecossistema mais uma vez, favorecendo o networking de todas as pessoas que compareceram.”

Paulo Spacca, vice-presidente da ABINC, complementa lembrando que das empresas que estiveram presentes, mesmo as que não são associadas da ABINC, aproveitaram para comparecer e observar o que está acontecendo no mercado, como o Metrô de São Paulo que esteve presente procurando por soluções.

Aproveitamos a oportunidade para perguntar para alguns dos presentes o que eles acharam do evento e da importância da ABINC em organizar e fomentar eventos sobre IOT para networking e troca de conhecimento. Confira abaixo algumas respostas e algumas fotos do evento.

Mário Verdi – CEO da Inventsys

“Eu acho superbacana porque a gente está falando de uma tecnologia que ainda não é vivenciada na prática pelas pessoas, então, o entendimento comum entre os players que estão participando desse mercado para trocar experiência e identificar os padrões para onde estão indo essa tecnologia. Eu acho muito importante quando isso chegar no mercado, chegar de uma forma estruturada, que as pessoas entendam, que elas consigam acessar esta informação e que não fiquem muito no tecnicismo, porque todo conhecimento quando está muito focado em cima de uma tecnologia às vezes chega meio “duro” para as pessoas. Então, acho que um evento como esse também desmistifica um pouco e ajuda as pontas a se conectarem e projetarem, talvez, as parcerias para construir este caminho de forma mais fácil.”

Klaus Diter Lacher – Diretor da KDL Iluminação

“É muito importante eventos que permitam você conhecer tecnologias e soluções diferentes para coisas que podem usar a mesma via de comunicação. Em busca disso que eu vim aqui conhecer as tecnologias, conhecer os concorrentes, pois existem concorrentes que trabalham com outras coisas diferentes das que eu já fabrico a 10 anos, mas o segmento e a linha são os mesmos e o raciocínio é o mesmo, onde a finalidade é a mesma. Então, o interesse da ABINC de juntar tecnologias é bastante importante para que mais pessoas conheçam estas tecnologias e disponibilidades de coisas que já estão no mercado.”

Fabiano Wiggers – Aexonis

“É muito bacana esta iniciativa, onde a gente vê que o ecossistema precisa se consolidar e de fato está se consolidando, mas este tipo de iniciativa realmente ajuda a aproximar as empresas, os desenvolvedores, as soluções, quem está no mercado. Então é muito bacana e muito positiva a iniciativa. Acho que é muito positivo o cenário da Internet das Coisas no país, a gente tem notado que a demanda vem aumentando muito, onde existe um grande interesse e uma grande procura das empresas e eu acho que temos dois grandes gargalos para que a Internet das Coisas realmente escale no país e no mundo também. O primeiro gargalo acho que a American Tower está ajudando a resolver, que é o problema da conectividade, onde a implementação da rede da LoRa pela American Tower no Brasil com os preços agressivos que vem praticando, ajuda a resolver bastante este problema da conectividade. O outro problema que vamos enfrentar agora, uma vez resolvida a questão da conectividade, são os devices e as aplicações e acho que é nisso que temos que focar um pouco. Produzir e ter esta disponibilidade dos devices, dos objetos para serem conectados, ter escala, ter volume para estes objetos e as aplicações que vem em cima disso”.

Guilherme Serafim – Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Everynet

“Acho que o mais importante de tudo o que vem acontecendo em relação à Internet das Coisas é conseguirmos saber o que tem de efetivo no mercado, as soluções e onde principalmente elas podem atuar. Então, hoje a ideia desse evento e do IOT Open Labs é justamente unir todas as partes dentro de um ecossistema e fazer com que esse próprio ecossistema se converse e façam negócios e que o mercado de IOT cresça cada vez mais. Acho que essa é a ideia.”

Sérgio Silvestre – CEO da LabRetail

“Bom, principalmente nesse dia né, é muito importante este tipo de evento. O networking hoje no nosso mercado é o que move e gera negócios, então a ABINC fazer este tipo de evento nada mais é do que cumprir com o seu papel, que é fomentar negócios, reunir quem faz e quem consome e trocar experiências. Então o evento foi muito bacana nesse sentido e já estou fazendo alguns contatos aqui também.”

Cristiano Rodrigues – Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Vermont-Rep

“É uma iniciativa muito importante, principalmente no momento em que a gente está, onde se fala muito sobre Internet das Coisas e onde se observa muito interesse, mas as coisas ainda estão começando a acontecer e as pessoas não sabem muito bem quem é que está fazendo e como está fazendo. Então, é um momento onde o ecossistema está se desenvolvendo e é um momento crucial para realizar eventos como esse para as pessoas se conhecerem. Mesmo um cara que pode estar geograficamente próximo de você e você nem sabia que ele fazia uma operação ou projeto que tem tudo haver com o que você está fazendo.”

Paulo Soares – Diretor de Operações da PSA Tech

“Eu acho que é extremamente importante trocarmos ideias, compartilharmos conhecimento e conhecermos pessoas e experiências diferentes nesse mundo novo chamado Internet das Coisas, onde temos surpresas a cada dia, inovações com novas ideias, novos sensores e meios de transmissão. Com tudo isso acontecendo, se não sentarmos e tirarmos um tempinho do nosso dia para virmos a esses eventos, a gente acaba ficando à margem de toda essa evolução e é meio como um tsunami que atropela a gente. Às vezes achamos que estamos conhecendo e chegamos aqui e vemos que já passaram a gente e já estão com novas ideias. Enfim, eu acho que é essencial se unirmos, trocarmos ideias e que tenham cada vez mais eventos como esse para a gente compartilhar.”

Livius Augustus – Especialista de Digitalização da Siemens

“Achei um evento muito pertinente porque são tecnologias que já estão sendo utilizadas, mas que acabam sendo novidade para muitas empresas. Por exemplo, na Siemens estamos procurando parceiros dentro de um ecossistema para montar soluções para os nossos clientes e através desse tipo de evento a gente consegue encontrar pessoas que tem ideias interessantes e que tem produtos prontos que podem se junta aos nossos e formar este ecossistema que é o que nós buscamos. Eu agradeço muito o convite.”

Veja algumas fotos do IOT Day 2019:

Associado da ABINC tem como benefícios:

+ Preços promocionais nos eventos da associação;

+ Ter acesso às demandas e necessidades de IOT do mercado (empresas e governo);

+ Networking com todo o ecossistema de IOT ABINC;

+ Ter seus casos de sucesso em IOT divulgados para todo o mercado.

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