No campo da tecnologia, poucos conceitos despertam tanto fascínio quanto a internet das coisas (“internet of things”, ou IoT, em inglês). O termo cunhado em 1999 pelo britânico Kevin Ashton, do MIT, descrevia um futuro em que objetos interconectados coletariam e analisariam dados para realizar tarefas sem intervenção humana — o que, na época, parecia enredo de ficção cientíca à la Isaac Asimov. Hoje, porém, a IoT é uma realidade concreta e em crescimento exponencial, cada vez mais presente no cotidiano.
Rogério Moreira, diretor de tecnologia da Associação Brasileira de Internet das Coisas (Abinc), ressalta que a conexão entre objetos físicos via internet, embora tenha crescido vertiginosamente nas últimas duas décadas, já existia antes de ser batizada de IoT por Ashton em 1999. “Essas aplicações tiveram início com as vending machines. Então, podemos dizer que esse é um mercado bastante maduro”, pontua.
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