O IoT tornando a indústria brasileira mais competitiva

A indústria brasileira vem sofrendo constante pressão nos últimos 20 anos, seja por políticas fiscais inadequadas, altos encargos sobre a folha salarial, caminhos tortuosos para fontes de financiamento à inovação ou simplesmente a acirrada competição global. Independentemente dos motivos, o resultado é único: a indústria brasileira vem se tornando menos competitiva a cada ano, embora alguns setores ainda se destaquem, como a cadeia da agroindústria por exemplo.

 

Neste contexto global, o Brasil não pode ficar para trás e várias iniciativas de associações, sindicatos e do governo buscam em um primeiro momento compreender a situação atual, as principais dores e quais os remédios mas, ao contrário de soluções paliativas, o desafio agora é como não dar novos passos para trás daqui a alguns anos.

 

E nesse cenário as tecnologias da Indústria 4.0 vieram para ficar, alinhadas com o programa do Governo Federal Brasil Mais Produtivo 4.0 com foco em reduções de custos produtivos, aumento de produtividade, ganhos de qualidade no processo e retorno financeiro (https://brasilmais.economia.gov.br/ ).

 

 

E a Internet das Coisas?

Dentre as tecnologias que suportam a 4ª Revolução Industrial ou Indústria 4.0, a Internet das Coisas tem papel de destaque na Indústria, cobrindo diversas aplicações alinhadas com as verticais do Brasil mais produtivo 4.0:

 

Sensores para monitoramento de equipamentos remotamente aliado a algoritmos de predição de falhas, permitindo que os gestores de manutenção tenham uma visão global do status de cada motor, bomba, painel elétrico, apenas para citar alguns; reduzindo o tempo de resposta e evitando quebras inesperadas, já que paradas não programadas significam perda de produção, horas extras, falhas de abastecimento  e custos não previstos, entre outros.

 

Monitoramento de processos produtivos através do sensoriamento e análises de padrões é possível entender como os processos, que foram em algum momento definidos e simulados, estão funcionando no mundo real onde existem paradas não programadas, falta de energia, falta de componentes, rotatividade de funcionários, etc.. Tudo isso em tempo real que em conjunto com painéis de gestão e visualização proporcionam ao gestor da fábrica uma visão em tempo real de gargalos, ociosidades e falhas operacionais.

 

Sensoriamento e controle de ambientes com sensores inteligentes de monitoramento de temperatura local, níveis de monóxido e dióxido de carbono e particulado em suspensão, tornando os processos produtivos que envolvem geração de calor (processos de fundição por exemplo) ou então partículas em suspensão (usinas de cimento) muito mais seguros, reduzindo riscos aos funcionários e podendo até impactar em seguros menores para a empresa devido a diminuição de riscos trabalhistas.

 

E como a Indústria Brasileira está se reinventando?

O Governo Brasileiro em conjunto com várias entidades e associações vem desenvolvendo programas de excelência para capacitar toda a cadeira produtiva e um exemplo de sucesso é o ROTA 2030, que abrange a Indústria Automobilística e seus fornecedores, um segmento importantíssimo para a economia brasileira. O objetivo principal do ROTA 2030 é ampliar a competividade, a inovação, a segurança veicular, a proteção ao meio ambiente, a eficiência energética, a qualidade dos automóveis e a capacidade produtiva da indústria automotiva nacional.

 

Regulado pela lei nº 13.755/2018, o programa Rota 2030 promove o fortalecimento do setor automotivo e incentiva a inovação, com foco nos próximos quinze anos de operação da indústria automotiva.

 

Dentro deste programa o destaque fica para a Linha IV – Ferramentarias Brasileiras Mais Competitivas, que visa solucionar as dificuldades de empresas com baixa produtividade e defasagem tecnológica, capacitando a cadeia de ferramental de produtos automotivos e correlatos para atingir competitividade em nível mundial através da implantação de Provas de Conceito implantadas por startups de base tecnológica.

 

Os resultados desse programa foram apresentados no “Demoday Rota Challenge”, no espaço Ágora Tech Park em Joinville – SC e transmitido on-line, marcando o encerramento desta do primeiro ciclo do Rota Challenge.

 

Jade Alves, da equipe de coordenação de programas da Fundep, cita: “o Rota Challenge é uma iniciativa que veio para agregar valor para as ferramentarias, proporcionando um avanço tecnológico capaz de solucionar os principais desafios mapeadas nas indústrias, tais como: controle e gerenciamento de processos, gestão de matéria prima e controle de produção, e assertividade de orçamentos.”

 

Mauricio Finotti, Coordenador do Comitê de Manufatura da ABINC complementa: “Iniciativas como esta, além de servirem como demonstradores de tecnologia para empresas de todos os portes, trazem competitividade ao segmento” e complementa: “A Indústria 4.0 e suas tecnologias ainda estão em fase embrionária no Brasil, e quanto mais difundidas, maior o impacto em aumento de produtividade e reduções significativas de custos.”

 

Fonte: https://rota2030.fundep.ufmg.br/saiba-como-foi-o-demoday-rota-challenge

 

Os desafios para expansão de etiquetas inteligentes na revolução industrial

A aplicação da Internet das Coisas (IOT) na indústria e o uso de nuvens digitais crescem a cada ano, impulsionando com isso o aperfeiçoamento de softwares sem fio como o Bluetooth, Wi-Fi, Ultra-Wide Band entre outros. Com este desenvolvimento crescente as etiquetas RFID terão grande valor na Industria 4.0.

Nesta nova configuração do setor, cresce a necessidade pela eficiência de recursos e custo, o que tem levado fabricantes a adotar as soluções RFID para auxiliar no rastreamento e monitoramento em tempo real de seus ativos, volume de dados das operações e de funcionários.

Para melhorar o gerenciamento e a análise dos grandes volumes de dados RFID resultantes da interconectividade de dispositivos, fabricantes de etiquetas inteligentes estão desenvolvendo tags de alta memória que podem conter mais informações, plataformas de software com camada de business intelligence, e soluções baseadas em nuvem.

Sistemas de RFID passivo passaram por implementações de alto volume e devem continuar a crescer, especialmente no segmento de frequências ultra-altas, enquanto o RFID ativo, embora possua um mercado menor, tem potencial para aplicações de sistema de localização em tempo real (RTLS).

Transformações na indústria a longo prazo

Embora as tecnologias sem fio tenham conquistado parte do mercado industrial nos últimos anos, seu desenvolvimento e aplicação enfrenta inúmeros desafios para expansão no setor.  É o que aponta estudos realizados pela ABI Research, empresa de consultoria de previsão de mercado que fornece orientação estratégica sobre tecnologias transformadoras mais atraentes.

Com o uso de tecnologias sem fio, as empresas esperam aumentar sua produtividade e maximizar o retorno dos investimentos, no entanto, ainda estudam a melhor maneira para aplicar os sistemas conectados e quais plataformas utilizar.

Muitos projetos estão sendo desenvolvidos, mas ainda se encontram em fase de testes ou limitados a utilização em pequena escala, o que pode dificultar a reprodução em uma fábrica inteira e em ambientes maiores.

As soluções de sistemas sem fio com base na IoT podem ter grande valor para a indústria, mas as grandes transformações a partir da tecnologia podem ocorrer a longo prazo. O que não tem atraido muitos usuários finais. Segundo a ABI, muitos gestores estão mais preocupados em atender às necessidades dos setores operacionais da maneira mais econômica possível.

As crescentes demandas por automação e digitalização na indústria estão criando oportunidades de crescimento consideráveis ​​para fabricantes de sistema sem fio, mas estes precisam estar atentos as necessidades que estão motivando seus clientes.

Por esta razão é preciso oferecer soluções que possam facilmente ser integradas à infraestrutura de produção existente, permitindo a conectividade com a IoT e  fornecer soluções RTLS precisas a preços competitivos.

Dispositivos com taxa de leitura mais rápida e capacidade para ler grandes volumes de tags de uma só vez,  bem como antenas altamente sensíveis e maior mobilidade devem atrair a indústria. Por fim, fabricantes de tecnologia RFID devem avaliar os requisitos dos clientes e reestruturar seus modelos de negócios.

Etiquetas inteligentes no varejo brasileiro

Etiquetas inteligentes com base em IoT podem ser aplicadas  no varejo nacional muito em breve. Após visitar uma das maiores feiras de varejo do mundo, o empresário Flavio Pereira da Silva, tem planos de investir em etiquetas RFID para auxiliar no controle do estoque de sua loja.

Sócio de uma empresa de aparelhos de ar-condicionado e peças para manutenção, Flavio trabalha com insumos de alto valor e precisa manter seu estoque o mais enxuto possível para não ter prejuízo com sobras. Assim, as etiquetas de RFID podem ajudá-lo no controle.

Para realizar o balanço do estoque o empresário precisa fechar a loja. Com a utilização das etiquetas eletrônicas seria possível realizar a contagem em menos de meia hora.

Além de aumentar a produtividade, a tecnologia tem potencial para melhorar a experiência do cliente, reduzindo tempo para fechar a compra de grandes volumes, que hoje pode chegar a uma hora.

“E eu só tenho um funcionário para atender na loja. Se eu tivesse todos os produtos etiquetados, o tempo para fechar a venda cairia, pelo menos, pela metade”. O cliente teria uma experiência de venda mais rápida, e eu ficaria livre para atender outra pessoa.” Afirmou Flavio em entrevista a Folha de São Paulo.

Para implantar o sistema na loja, com etiquetas e software que integram todo um sistema de comunicação, o empresário afirma que terá um custo de cerca de R$ 19 mil. Mas antes de realizar o investimento Flavio espera aumentar seu volume de vendas.

Segundo o executivo de varejo e consumo, Gustavo Pipa, o custo dessa tecnologia tem diminuído e, embora ainda seja alto, o retorno do investimento costuma ser rápido. “É em torno de seis meses, o que é pouco tempo no mercado de varejo de bens de consumo”, comentou em entrevista à Folha.

Muitas empresas brasileiras deixam de usar informações que seriam úteis ou não as utilizam da melhor forma. “Por isso, vemos uma experiência do consumidor final muito fraca no mercado brasileiro”, opina Gustavo.

Associado da ABINC tem como benefícios:

+ Preços promocionais nos eventos da associação;

+ Ter acesso às demandas e necessidades de IOT do mercado (empresas e governo);

+ Networking com todo o ecossistema de IOT ABINC;

+ Ter seus casos de sucesso em IOT divulgados para todo o mercado.

Quanto maior for a nossa comunidade, mais forte e representativo será o nosso setor. Participe!

Clique aqui e saiba mais.

Referências: Frost & Sullivan, Logistics Management, Folha de São Paulo

ABINC incentiva o desenvolvimento e troca de informações sobre a Indústria 4.0

A transformação da manufatura, conhecida como Indústria 4.0, e um dos seus principais pilares, a Internet das Coisas, motivou a ABINC (Associação Brasileira de Internet das Coisas) a criar o Comitê de Manufatura, agrupando diferentes segmentos industriais no Brasil, com foco em apresentar o potencial dessa transformação digital na manufatura e fomentar a adoção pelas empresas brasileiras de todos os portes para que não fiquem desconectadas das cadeias globais de fornecimento. Com isso busca-se proporcionar um grande salto em produtividade e eficiência na manufatura do país, já que no Brasil a sua utilização ainda é tímida. O país ocupa a 17ª posição no estudo sobre a posição competitiva da Indústria 4.0 feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), onde foram avaliados critérios como a disponibilidade e custo de mão de obra, infraestrutura e logística, tecnologia e inovação e o peso dos tributos.

Formado em junho de 2017, o Comitê está engajado no desenvolvimento de frameworks sobre Indústria 4.0 e Internet das Coisas com intuito de facilitar o entendimento e implantação de tecnologias 4.0, aliado a divulgação de casos reais e a elaboração de road maps para identificação no nível de maturidade das organizações brasileiras sobre o conceito e aplicações da Indústria 4.0. Além disso, também contempla o desenvolvimento de test beds (ambientes para implantação de tecnologias 4.0) em conjunto com entidades de pesquisa. Para Mauricio Finotti, coordenador do Comitê de Manufatura da ABINC, a conexão dos processos nas operações industriais garantem a gestão eficaz de ativos, controles de processos com maior exatidão, dados de equipamentos para manutenção preditiva e geração de milhões de dados constantemente para análises e melhorias operacionais: “A conexão da IoT gera oportunidades inéditas e cria um grande círculo de valor agregado aos produtos e serviços que dela se utilizam. Essa integração, não só interna como externa à indústria, é a base da IoT na Indústria 4.0”, afirma.

As previsões mais otimistas para o setor apresentam que o valor gerado pelo investimento em IoT na indústria chegará a U$ 15 trilhões do PIB global até 2030, de acordo com o estudo realizado pela Accenture para ter uma projeção do impacto da Internet Industrial das Coisas (IIoT) na economia. Para Flávio Maeda, Presidente da ABINC, essa é a primeira vez que uma revolução industrial é anunciada antes de acontecer: “Apesar de já muito discutida e propagada, a aplicação da Internet das Coisas na indústria ainda está no início e temos muito o que aprender para crescer e desenvolver, e para isso estamos criando pontes entre empresas e governos e disseminando as novas tendências, novidades e formas de fazer”, destaca.

A segurança na Indústria 4.0

A conexão da Internet das Coisas (IoT) dentro desta nova realidade possibilita criar produtos com diferentes funções e aplicabilidades, conectados sob a mesma rede. Essa é uma nova tendência que está sendo adotada pelas corporações mundo afora para sair na frente do seu mercado.

Uma das grandes preocupações dos gestores de empresas de manufatura, no entanto, é expor a empresa a riscos de segurança ao abrir a rede e dados para a Internet, o que pode provocar acidentes graves devido ao mau funcionamento, ou mesmo paralisação, do parque industrial automatizado, e também possibilitar vazamento de dados de produção para a concorrência, por exemplo: “Por isso, a implementação da Internet das Coisas na indústria de manufatura deve sempre ser feita de forma segura”, afirma Paulo Pagliusi, coordenador do Comitê de Segurança da ABINC, que interage fortemente sobre as principais questões de risco da Indústria 4.0.

Para Paulo, é primordial que as empresas invistam em cibersegurança (cybersecurity, no termo em inglês) na tecnologia do parque operacional das manufaturas: “A integração de sistemas digitais e mecanizados via automação industrial é cada vez mais comum, aumentando a superfície sujeita a um ataque cibernético. Proteger tais ambientes é fundamental, pois são altamente valiosos, sensíveis e precisam fazer parte das estratégias de governança de risco corporativa”, destaca, ao salientar que proteger bem o ambiente de Internet das Coisas industrial contra riscos de vazamentos, paralisações, mal funcionamento e brechas de segurança pode representar um grande diferencial de cada negócio. “Por isso, a proteção de dados e dos ambientes digitais operacionais é um tema de crescente preocupação na Indústria 4.0. Ao lidar com ambientes e informações digitais de maneira correta e segura, alertas sobre invasões, brechas de segurança e vazamentos podem ser emitidos de forma rápida, para que seja possível rastrear a origem do problema e solucioná-lo a tempo de prevenir as piores consequências”, conclui.

Manufatura conectada

Para a ABINC, os primeiros passos para garantir uma manufatura conectada é entender que a responsabilidade é de todas as frentes de uma organização, e não apenas da equipe de TI, manufatura ou da Diretoria/Presidência. “Todas as áreas devem ser envolvidas para identificar as reais necessidades e viabilidade para a transformação”, afirma Maeda. “Além disso, é necessário começar pequeno e escalar as soluções aos poucos, buscar parcerias e alianças estratégicas, se espelhar em cases de sucesso, identificar as camadas e profundidade do controle das operações e realizar testes para corrigir os erros com rapidez”, conclui.

12 benefícios da manufatura conectada segundo a ABINC:

  1. Conectividade: Permite a conectividade e comunicação segura entre máquinas e equipamentos nos processos produtivos que trazem transparência e controle na produção jamais imaginados, dados reais a todo momento, facilitando planejamentos e tomadas de decisão;
  2. Troca de dados: Clientes e fornecedores podem trocar informações em tempo real para antecipar demandas e proporcionar equilíbrio aos processos produtivos;
  3. Sensoriamento: Sistema com sensores que conseguem monitorar e detectar pequenos desvios de funcionamento do maquinário, permitindo que o profissional antecipe suas ações;
  4. Customização: Traz opções de customização, onde o consumidor pode interagir com aplicativos e ganhar um auxílio na escolha de opções mais adequadas, resultando em personalização de produtos e embalagens;
  5. Integração: Permite a integração entre pessoas e máquinas em trabalhos mais complexos, em que o robô executa a parte mais difícil, enquanto o funcionário atua em complemento;
  6. Impressão 3D: A manufatura aditiva possibilita a produção de peças via impressoras 3D, que moldam o produtor por meio de adição de matéria-prima, sem o uso de moldes físicos;
  7. Simulação: Por meio de simulação, os operadores testam e otimizam o processo e produtos ainda na fase de concepção, diminuindo os custos e o tempo de criação;
  8. Cloud: O recurso da computação na nuvem proporciona a digitalização de produtos e processos produtivos;
  9. Big Data: Verificação detalhada de números e estatísticas de uma indústria por meio do Big Data Analytics. O sistema identifica falhas nos processos, ajuda a otimizar a qualidade da produção, economiza energia e torna mais eficiente a utilização de recursos;
  10. TI + Manufatura: Os sistemas de tecnologia da informação (TI), juntas com as tecnologias operacionais (TO), integram uma cadeia de valor automatizada, por meio da digitalização de dados;
  11. Realidade Virtual / Realidade Aumentada: Integração simultânea do ambiente real e virtual por meio da realidade aumentada, tecnologia que proporciona a exibição de imagens virtuais no ambiente real;
  12. Segurança de dados: Aplicação de cyber-segurança, pois como há muitos equipamentos conectados e a internet é um ambiente aberto, são necessários não só procedimentos de governança de TI, mas de padrões que garantam uma rede segura;

ABINC

A ABINC foi fundada em dezembro de 2015 como uma organização sem fins lucrativos, por executivos e empreendedores do mercado de TI e Telecom. A ideia nasceu da necessidade de se criar uma entidade que fosse legítima e representativa, de âmbito nacional, e que nos permitisse atuar em todas as frentes do setor de Internet das Coisas.Tem como objetivo incentivar a troca de informações e fomentar a atividade comercial entre associados; promover atividade de pesquisa e desenvolvimento; atuar junto às autoridades governamentais envolvidas no âmbito da Internet das Coisas e representar e fazer as parcerias internacionais com entidades do setor.

Associado da ABINC tem como benefícios:

+ Ter acesso às demandas e necessidades de IOT do mercado (empresas e governo);

+ Networking com todo o ecossistema de IOT ABINC;

+ Ter seus casos de sucesso em IOT divulgados para todo o mercado.

Quanto maior for a nossa comunidade, mais forte e representativo será o nosso setor. Participe!

Clique aqui e saiba mais.

Para mais informações, entrevistas e/ou ajuda com pautas sobre IoT, entre em contato:

Assessoria de Imprensa – Motim.cc

Bruno Lino – bruno.lino@motim.cc – (11) 97442-4298
Silas Colombo – silas.colombo@motim.cc – (11) 97442-4298