Wearables: expansão de um mercado milionário através da IoT

O futuro chegou! Talvez você não tenha percebido, mas hoje vivemos cercados por sistemas tecnológicos comunicando entre si de maneira autônoma enquanto você segue suas rotinas de trabalho ou lazer.

Os dispositivos inteligentes estão em todos os lugares, nas empresas, nas fábricas, nas ruas, nos carros, nas casas e até mesmo no corpo de muitas pessoas. Pois é, diversos dispositivos conectáveis e vestíveis infiltraram-se no mercado disfarçados como objetos comuns do nosso dia a dia e por isso, os gadgets super tecnológicos conquistaram consumidores em todo mundo.

Os wearables são dispositivos inteligentes com capacidade de comunicação com outros aparelhos através de uma rede sem fio low power. Os mais comuns no mercado são: relógios, pulseiras, fones de ouvido, óculos, anéis e muitos outros.

Além de bonitos e discretos os dispositivos contribuem em diversas atividades. Relógios ou pulseiras inteligentes, por exemplo, são ótimos parceiros para o registro de atividades físicas, monitorando o desempenho nos exercícios, mapeando a distância percorrida e monitorando os batimentos cardíacos.

Além do registro da atividade física, alguns dispositivos também têm como funcionalidades o aviso de mensagens, e-mails, atualização de redes sociais, ligações, previsão do tempo, monitoramento do sono e sistema de pagamento por aproximação.

A maioria dos dispositivos necessitam da proximidade de um smartphone para o registro de dados, mas alguns podem funcionar de maneira totalmente autônoma. A variedade de funções, além do modelo e marca do produto reflete diretamente no preço, que pode variar entre R$ 200 e R$ 8.000.

Uma particularidade desta tecnologia é que mesmo os produtos com valores mais acessíveis podem oferecer qualidade e funcionalidade semelhante àquelas linhas com valores mais elevados.

Não é apenas o entretenimento que se beneficia com as aplicações dos wearables. Setores de tecnologia ligados à medicina viram nos dispositivos inteligentes vestíveis um grande aliado para o monitoramento de pacientes, principalmente àqueles que continuam o tratamento em casa.

Os idosos são os principais beneficiados, já que muitos preferem continuar no conforto de suas casas. Os dispositivos enviam para um sistema dados sobre batimentos cardíacos, pulso e pressão sanguínea dos pacientes, deixando seus médicos informados o tempo todo.

Outro grande aliado para saúde e bem estar dos idosos é o Apple Watch. As últimas versões do relógio inteligente da gigante americana possui recursos de saúde para detectar acidentes. O dispositivo utiliza um acelerômetro e um giroscópio, que mede até 32g de força, junto com alguns algoritmos personalizados, para identificar quando ocorre uma queda brusca.

Ao identificar o acidente o relógio inteligente envia ao usuário um alerta que pode ser dispensado ou usado para iniciar uma chamada para o serviço de emergência. Ainda, caso o Apple Watch sinta imobilidade por 60 segundos após a notificação, ele automaticamente chama o serviço de emergência e envia uma mensagem com a localização do usuário.

Descrito como um guardião inteligente para a saúde, o relógio também conta com um sensor de frequência cardíaca que pode fazer um eletrocardiograma usando um novo aplicativo de ECG. O aplicativo pode classificar se o coração está batendo em um padrão normal ou se há sinais de fibrilação atrial. Todas as gravações são armazenadas no aplicativo Health em um arquivo que pode ser compartilhado com os médicos.

Sem sobra de dúvidas este é um mercado em crescimento. Previsões da consultoria Gartner estimam que o mercado global de dispositivos wearables valerá mais de 80 bilhões de dólares em 2022. Para o mercado nacional, o Instituto IDC Brasil projeta um crescimento de 91% em 2019, quando comparado com o ano anterior. Estima-se um volume de vendas de 461,7 mil unidades.

O mercado de dispositivos vestíveis não cresce apenas em vendas, mas também em variedade. As últimas novidades projetadas são peças de roupa inteligentes. A jaqueta e cachecol smart projetados pela chinesa Xiaomi aquecem o usuário quando a temperatura fica mais baixa, utilizando um power bank para aumentar a temperatura da peça.

Outra novidade surpreendente entre os wearables foi lançada recentemente pelo Vaticano. O eRosary é um rosário inteligente criado para contribuir com o hábito de rezar todos os dias pela paz mundial. Acionado através do sinal da cruz, o wearables possui diferentes rosários, além de registrar o progresso de oração e informar a quantidade de rosários concluídos.

E a soa empresa, está desenvolvendo alguma solução no mercado de wearables? Conte para gente nos comentários abaixo!

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Referências: ComputerWorld, Tech Tudo, Tecmundo, Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Os veículos autônomos devem ser o setor automotivo que crescerá mais rapidamente, com mais de 11 milhões de vendas até 2033

Não há dúvida de que profundas mudanças estão ocorrendo na indústria automotiva e agora, mais do que nunca, é crucial saber quais setores crescerão rapidamente nos próximos anos e a GlobalData, uma empresa líder de dados e análises, diz quais deles enfrentarão uma ameaça existencial.

Mike Vousden, analista automotivo da GlobalData, comentou: “o aumento simultâneo de veículos elétricos, direção autônoma, conectividade a bordo e mobilidade como serviço deixou os tradicionais fabricantes de equipamentos originais (OEMs) e fornecedores lutando para ajustar suas estratégias”.

A riqueza de previsões de componentes e setores da GlobalData aponta claramente para o setor de veículos autônomos como o de maior crescimento, com previsão de vendas de 11,26 milhões de unidades a uma saudável taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 76,09% até 2033. O crescimento mais rápido está previsto para veículos autônomos de nível 5, com CAGR de 73,30% até 2033, seguidos de perto por veículos autônomos nível 4 com 68,57%.

Vousden acrescentou: “Veículos autônomos usam uma infinidade de sensores para ‘ver’ o mundo ao seu redor. Os fabricantes de componentes que fornecem esses sistemas podem, sem surpresa, esperar também se beneficiar”.

A GlobalData prevê que os sistemas de visão de câmera de longo alcance terão um CAGR significativo de 68,49%, com sensores ultrassônicos próximos a 68,49% entre hoje e 2033.

Um crescimento significativo para instalações de motores com turbo compressores e E-turbos, como visto nos modelos Audi SQ7 e Mercedes-AMG 53, também é previsto pela GlobalData. Vousden observou que, “enquanto nós apenas prevemos modestos volumes de mercado de cerca de 4,4 milhões no período até 2033, isso ainda equivale a um CAGR de 49,21%”.

No outro extremo estão setores que provavelmente verão um declínio no futuro, e entre eles estão os faróis de xenônio de HID, com uma previsão de CAGR para 2033 de -23,69%. Esta tecnologia só chegou a uma eminência relativamente recente, como uma alternativa prêmio à lâmpada de halogênio nos anos 2.000, mas o custo decrescente dos LEDs e as suas vantagens de eficiência estão a ver os de xenônio cair rapidamente em desuso.

Outra tecnologia que se aproxima da obsolescência é o freio a tambor. Embora tenham sido substituídos por freios a disco décadas atrás, o custo-benefício dos tambores significou que eles ainda viam altos níveis de montagem em carros compactos e acessíveis. No entanto, à medida que os freios a disco chegam aos carros mais baratos, a GlobalData prevê um CAGR para 2033 de -7,34% para o humilde freio a tambor.

Vousden concluiu: “Apostar na tecnologia certa pode ser uma questão de vida ou morte para os fornecedores. Estes números mostram os setores que provavelmente verão o maior crescimento nos próximos anos. Os fornecedores devem construir suas estratégias para garantir que façam peças que estarão em alta demanda nos anos vindouros”.

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Fonte: GlobalData

Cloud computing pode expandir o mercado em 2019

O desenvolvimento tecnológico nos últimos anos permitiu a disseminação de projetos inovadores para a cloud computing – computação em nuvem – e da Internet das Coisas (IoT). Com o intuito de largar na frente da concorrência e usufruir do potencial inovador das tecnologias da indústria 4.0, diversas startups foram criadas ao longo deste período de inovações.

Uma pesquisa realizada pela consultoria de risco Marsh identificou que a IoT está presente em 48% das empresas do mundo. E a tendência é ela conquistar mais espaço nos próximos anos. O BNDES — Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social estima que os projetos nessa área gerarão uma movimentação de mais de USD 132 bilhões até 2025.

Com objetos cada vez mais conectados à rede, será impossível conseguir suportar todos os dados em data centers físicos e com espaços limitados, por isso se faz necessário a utilização de servidores digitais para atender a demanda.

Através do cloud computing é possível trafegar uma quantidade enorme de dados que podem ser acompanhados em tempo real e acessados de qualquer lugar do mundo, mediante login na rede de acesso.

De acordo com a Gartner, o crescimento dos softwares na nuvem entre 2018 e 2019 deve estar na faixa dos 22%, bem diferente do crescimento de 6% para as outras formas de software.

Outra estimativa da Gartner, feita em 2017, indica que o mercado de cloud computing deve alcançar o valor de US$ 411 bilhões em 2020, número ainda maior do que o visto anteriormente. As estimativas vêm de diferentes fontes, mas mostram que o investimento em cloud computing cresce vertiginosamente em todo o mundo.

Segurança dos dados

À medida que a tecnologia em nuvem continua a expandir e a ser adotada, a segurança na nuvem continua se tornando cada vez mais importante. Observou-se a recuperação na demanda por tecnologia de segurança ao longo de 2018 e essa tendência permanecerá.

Como diferentes regiões globais estão em diferentes estágios de aceitação da nuvem, há a adoção de vários tipos de implantação em coexistência, tais quais nuvem pública, nuvem privada, nuvem híbrida, nuvem comunitária, multi-cloud,  etc. Os requisitos de segurança e tecnologia para essas implantações são diversos e eles são cada vez mais parte do investimento corporativo da empresa.

A outra tendência é que, cada vez mais, as ofertas de segurança são entregues por meio da nuvem ou a utilizam para aprimorar os recursos. Muitos destes habilitados por inteligência artificial devido aos seus grandes requisitos de dados e computação, os quais são fornecidos por meio da nuvem.

Do lado do cliente, as empresas costumavam utilizar os serviços em nuvem para proteção da Web e de e-mail, o que foi estendido para outras áreas, como Cloud Access Security Brokers. Além disso, muitas soluções para segurança na nuvem também são fornecidas por meio da nuvem.

Futuro dos games baseados em cloud-gaming

Na semana passada as gigantes do mercado gamer Microsoft e Sony, pegaram todos de surpresa ao anunciar um acordo de colaboração no setor de cloud-gaming,  tecnologia de execução de jogos em servidores remotos e transmissão para uma tela pela internet, o que permite que os jogos sejam reproduzidos em qualquer aparelho com um display e conexão, sem depender de um console físico.

Isso significa que os usuários poderão jogar games pesados em qualquer Smart TV ou celular. A parceria entre as duas empresas surge algum tempo após o Google entrar no mercado gamer com a apresentação da plataforma Stadia.

A parceria parece benéfica para as duas empresas, sem necessariamente vincular demais o futuro de Xbox e PlayStation. Além do uso da plataforma de nuvem, as empresas também vão cooperar em áreas como semicondutores e inteligência artificial além de “soluções inteligentes para sensores de imagens”, que pode indicar uma possível aproximação da Sony à tecnologia do Kinect, mas os resultados dessa parceria só serão conhecidos no futuro.

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Referências: Olhar Digital, Canaltech