Retrospectiva 2020: Logicalis apresenta dados de sua pesquisa sobre adoção de IoT na América Latina

Em webinar apresentado em parceria com a Associação Brasileira de Internet das Coisas – ABINC, a Logicalis apresentou a 4ª edição de sua pesquisa sobre o mercado de internet das coisas (IoT) na América Latina. Além da evolução na adoção do ecossistema, a pesquisa apresentada pelo Diretor de Consulting Services Yassuki Takano e pelo diretor de IoT Alex Paulino aponta os principais desafios encontrados pelas empresas que tentam adotar soluções de IoT para melhorar o seu negócio.

A pesquisa ouviu 256 líderes no México, Colômbia, Chile, Argentina e Brasil que representou 57% do total de entrevistados. Os dados consolidam a percepção geral sobre o mercado quanto ao crescimento da importância da internet das coisas para as organizações. Se em 2016, quando foi realizado a primeira pesquisa, 7% dos entrevistados consideravam a IoT importante nos negócios, em 2019 o número sobe para 20%. Quando é levado em consideração o médio prazo, 22% consideravam a IoT importante no primeiro ano e agora são 37%.

Segundo Takano, as mudanças de opinião em relação ao ecossistema representam também maior maturidade quanto ao seu potencial. Se antes havia a crença que a IoT poderia salvar o negócio, hoje ela é vista como uma ferramenta dentro da estratégia da empresa para buscar mais eficiência e novos modelos de negócio. Ou seja, a IoT não pode fazer nada sozinha. Para usufruir dos benefícios do ecossistema é preciso ter clareza sobre a própria organização, para identificar onde as novas tecnologias são essenciais para o seu negócio.

No Brasil o setor de TI tem recebido maior atenção dentro das empresas, com 60% dos investimentos em tecnologias habilitadas para IoT. Em seguida vem a área multidisciplinar com 26%. Na avaliação do nível de adoção, 35% das empresas no país estão utilizando o ecossistema. Esse campo leva em consideração iniciativas em produção, projeto piloto e prova de conceito.

As expectativas quanto aos benefícios são variadas, porém a eficiência operacional ficou no topo da lista com 19%. Mas se por um lado as possibilidades são grandes, por outro os desafios também se tornam grandes inibidores. Para 38% dos entrevistados a viabilidade financeira ou os custos impedem a adoção da tecnologia. Na lista também soma-se em porcentagem menores as dificuldades para encontrar parceiros qualificados, de conectividade e outros. No entanto, o segundo maior inibidor é a cultura organizacional das empresas com 28%.

No webinar os diretores da Logicalis apresentam os principais dados colhidos sobre o mercado nacional de IoT e cases de projetos realizados em grandes empresas no Brasil e no exterior. A Logicalis possui presença global com soluções e serviços de tecnologia. Está presente em quase toda América Latina, onde conta com uma equipe de mais de 3 mil profissionais.

Caso você não tenha consigo participar da transmissão ao vivo, você pode assistir a gravação clicando aqui.

Preocupações com privacidade e segurança contribuem para a desconfiança do consumidor em dispositivos conectados

Setenta e três por cento dos consumidores acham que as pessoas que usam dispositivos conectados devem se preocupar com espionagem e 63% deles acham que os dispositivos conectados são “assustadores” pela maneira como coletam dados sobre pessoas e seus comportamentos.

Uma pesquisa realizada em maio passado (2019) nos Estados Unidos, Canadá, Japão, Austrália, França e Reino Unido pela IPSOS Mori, em nome da Internet Society e da Consumers International, descobriu que 65% dos consumidores estão preocupados pela forma como os dispositivos conectados coletam dados. Mais da metade deles (55%) não confia em seus dispositivos conectados1 para proteger sua privacidade, e uma proporção similar (53%) não confia em dispositivos conectados para lidar com suas informações de maneira responsável.

Os resultados da pesquisa foram anunciados na Consumers International Summit 2019 em Lisboa, Portugal, para uma audiência de organizações de consumidores de todo o mundo, trabalhando em conjunto com representantes de empresas, da sociedade civil e dos governos.

Dispositivos conectados estão em toda parte, e muitas pessoas estão dispostas a fazer parte da revolução da Internet das Coisas (Internet of Things, ou IoT). Sessenta e nove por cento dos entrevistados disseram possuir dispositivos conectados, como medidores inteligentes, monitores de condicionamento físico, brinquedos conectados, assistentes domésticos ou consoles de videogame. No entanto, os testes realizados por várias organizações de consumidores descobriram que uma série de produtos é lançada no mercado com pouca consideração pelas proteções básicas de segurança e privacidade2. Os resultados da pesquisa mostraram que 77% dos consumidores nos mercados pesquisados disseram que informações sobre privacidade e segurança são considerações importantes em suas decisões de compra, e quase um terço das pessoas (28%) disseram que não possuem um dispositivo conectado e que não compram produtos inteligentes por causa dessas preocupações. Os consumidores veem isso tão amplamente quanto uma barreira, em vez de um custo.

“Os resultados da pesquisa ressaltam a necessidade dos fabricantes de dispositivos de IoT criarem seus dispositivos tendo em mente segurança e privacidade”, disse o presidente e CEO da Internet Society, Andrew Sullivan. “Segurança não deve ser uma reflexão tardia. Está claro que os fabricantes e varejistas precisam fazer mais para que os consumidores possam confiar em seus dispositivos de IoT”.

Os entrevistados também acreditam que a responsabilidade pelas preocupações com dispositivos conectados deve caber aos reguladores, fabricantes e varejistas. Oitenta e oito por cento dos entrevistados disseram que os reguladores devem garantir os padrões de privacidade e segurança da IoT, enquanto que 81% das pessoas disseram que os fabricantes precisam fornecer essa garantia, e 80% delas disseram que os varejistas devem abordar a privacidade e a segurança. Sessenta por cento dos participantes de todos os mercados acham que os consumidores são os principais responsáveis pela segurança e privacidade de seus dispositivos conectados.

Helena Leurent, Diretora Geral da Consumers International, disse que: “Os consumidores nos disseram que aceitam ter alguma responsabilidade pela segurança e privacidade de seus produtos de IoT, mas isso não é o fim da história. Eles e nós queremos ver ações tangíveis de fabricantes, varejistas e governos sobre essa questão. Este tem que ser um esforço coletivo, não apenas a responsabilidade de um grupo. Nós estamos aprofundando esta conversa com fabricantes. Juntos, estamos olhando para a oportunidade de criar uma tecnologia centrada nas pessoas, que elas não apenas gostem de usar, mas se sintam seguras ao fazê-lo. Ao fazer isso, as empresas poderão resolver as preocupações daqueles que não estão usando essa tecnologia, e abrir os benefícios da Internet das Coisas para todos”.

Outros resultados importantes dos participantes da pesquisa mostram que:

Estados Unidos

  • 85% dos americanos concordam que os fabricantes devem apenas produzir dispositivos conectados que protejam a privacidade e a segurança;
  • 82% dos americanos concordam que os varejistas devem garantir que os dispositivos conectados que vendem tenham bons padrões de privacidade e segurança;
  • 66% dos americanos que possuem dispositivos conectados concordam que eles são “assustadores” pela maneira como coletam dados sobre pessoas e seus comportamentos.

Reino Unido

  • 85% dos britânicos concordam que os fabricantes devem apenas produzir dispositivos conectados que protejam a privacidade e a segurança;
  • 86% dos britânicos concordam que os varejistas devem garantir que os dispositivos conectados que vendem tenham bons padrões de privacidade e segurança;
  • 59% dos britânicos que possuem dispositivos conectados concordam que eles são “assustadores” pela maneira como coletam dados sobre pessoas e seus comportamentos.

França

  • 84% dos franceses concordam que os fabricantes devem apenas produzir dispositivos conectados que protejam a privacidade e a segurança;
  • 83% dos franceses concordam que os varejistas devem garantir que os dispositivos conectados que vendem tenham bons padrões de privacidade e segurança;
  • 73% dos franceses que possuem dispositivos conectados concordam que eles são “assustadores” pela maneira como coletam dados sobre pessoas e seus comportamentos.

Canadá

  • 88% dos canadenses concordam que os fabricantes devem apenas produzir dispositivos conectados que protejam a privacidade e a segurança;
  • 85% dos canadenses concordam que os varejistas devem garantir que os dispositivos conectados que vendem tenham bons padrões de privacidade e segurança;
  • 68% dos canadenses que possuem dispositivos conectados concordam que eles são “assustadores” pela maneira como coletam dados sobre pessoas e seus comportamentos.

Austrália

  • 84% dos australianos concordam que os fabricantes devem apenas produzir dispositivos conectados que protejam a privacidade e a segurança;
  • 82% dos australianos concordam que os varejistas devem garantir que os dispositivos conectados que vendem tenham bons padrões de privacidade e segurança;
  • 64% dos australianos que possuem dispositivos conectados concordam que eles são “assustadores” pela maneira como coletam dados sobre pessoas e seus comportamentos.

Japão

  • 61% dos japoneses concordam que os fabricantes devem apenas produzir dispositivos conectados que protejam a privacidade e a segurança;
  • 66% dos japoneses concordam que os varejistas devem garantir que os dispositivos conectados que vendem tenham bons padrões de privacidade e segurança;
  • 53% dos japoneses que possuem dispositivos conectados concordam que eles são “assustadores” pela maneira como coletam dados sobre pessoas e seus comportamentos.

Nota:

Em 2018, a Internet Society e a Consumers International formaram uma parceria de trabalho com o objetivo de criar uma Internet mais segura e confiável para todos. As organizações colaboram em uma ampla gama de iniciativas que envolvem consumidores, governos, órgãos reguladores e empresas sobre a importância de dispositivos de IoT para consumidores serem seguros e confiáveis. Para dicas e informações sobre o que os consumidores podem fazer para se proteger, visite: https://www.connect-smart.org/.

Sobre a Internet Society

Fundada por pioneiros da Internet, a Internet Society é uma organização sem fins lucrativos, dedicada a assegurar o desenvolvimento, a evolução e o uso aberto da Internet. Trabalhando através de uma comunidade global de capítulos e membros, a Internet Society colabora com uma ampla gama de grupos para promover as tecnologias que mantêm a Internet segura e protege e defende políticas que permitam o acesso universal. A Internet Society também é o lar organizacional da Internet Engineering Task Force (IETF). Para mais informações visite: www.internetsociety.org.

Sobre a Consumers International

A Consumers International é a organização global de associação para grupos de consumidores em todo o mundo. Acreditam em um mundo onde todos têm acesso a produtos e serviços seguros e sustentáveis. Reúnem mais de 200 organizações membros em mais de 100 países para capacitar e defender os direitos dos consumidores em todos os lugares. São a voz deles nos fóruns internacionais de formulação de políticas e no mercado global para garantir que eles sejam tratados de forma segura, justa e honesta. São resolutamente independentes, sem restrições de empresas ou partidos políticos. Trabalham em questões que impactam os consumidores na era digital, incluindo comércio eletrônico, privacidade e segurança de dados, a Internet das Coisas, acessibilidade e acesso. Querem que os consumidores obtenham o melhor da economia digital e da sociedade sem comprometer a qualidade, o cuidado e o tratamento justo.

Sobre a pesquisa

  1. As entrevistas foram conduzidas online pela Ipsos MORI em uma amostra de cota representativa em seis países (1.000 adultos entre 18 e 65 anos na Austrália, 1.072 adultos entre 18 e 75 anos no Canadá, 1.094 adultos entre 16 e 75 anos na França, 1.000 adultos entre 18 e 65 anos Japão, 1.130 adultos com idades entre 16 e 75 anos no Reino Unido e 1.085 adultos entre 18 e 75 anos nos Estados Unidos). Os dados foram coletados entre 1 e 6 de março de 2019, e foram ponderados para o perfil conhecido da respectiva população.
  2. Os números “globais” citados são derivados da agregação das porcentagens para cada mercado, ponderada pelos números da população nos respectivos países. O número para qualquer mercado específico pode ser maior ou menor que a porcentagem total.
  3. A formulação completa das perguntas para cada uma das questões mencionadas neste comunicado é fornecida no documento de resultados “topline”.
  4. Esta pesquisa foi realizada pela Ipsos para a Consumers International e para a Internet Society.

1. Para esta pesquisa, definimos dispositivos inteligentes como produtos e dispositivos do dia-a-dia que podem se conectar à Internet usando Wi-Fi ou Bluetooth, como medidores inteligentes, monitores de condicionamento físico, brinquedos conectados, assistentes domésticos ou consoles de jogos. A definição excluiu tablets, telefones celulares e laptops.

2. Por exemplo:
https://www.forbrukerradet.no/side/significant-security-flaws-in-smartwatches-for-children/
https://www.forbrukerradet.no/siste-nytt/connected-toys-violate-consumer-laws/
https://www.consumerreports.org/televisions/samsung-roku-smart-tvs-vulnerable-to-hacking-consumer-reports-finds/

Fonte: Internet Society

Artigo traduzido e compartilhado sob licença:

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Pesquisa IoT Signals

Sam George – Head of Azure IoT

Estamos vivendo em meio a uma revolução invisível impulsionada pela Internet das Coisas (IoT). Essa revolução vai muito além dos alto-falantes e termostatos inteligentes em residências e inclui bilhões de dispositivos e sensores conectados que estão transformando todos os setores do planeta, da fabricação à distribuição de energia, das cidades inteligentes à agricultura inteligente, dos prédios inteligentes aos equipamentos médicos inteligentes − e muito mais. A IoT também está começando a ter um impacto profundo e benéfico sobre o planeta, reduzindo o consumo de energia e dos recursos naturais, além de melhorar a sustentabilidade.

A IDC espera que até 2025 haverá 41,6 bilhões de dispositivos de IoT conectados ou “coisas”, gerando mais de 79 zettabytes (1 ZB = 270 bytes) de dados [i]. Esses bilhões de dispositivos estão criando uma visibilidade sem precedentes de um negócio, levando à transformação de operações, energia, produtos e segurança no local de trabalho, para citar apenas algumas áreas.

No dia 30/07 passado, lançamos um novo relatório anual − IoT Signals − que fornece informações do setor sobre o estado da adoção da IoT, para ajudar a informar como melhor atendemos nossos parceiros e clientes, além de ajudar líderes empresariais no desenvolvimento de suas próprias estratégias de IoT. Pesquisamos mais de 3.000 tomadores de decisões de IoT em organizações corporativas para fornecer à indústria uma visão holística e em nível de mercado do ecossistema da IoT, incluindo taxas de adoção, tendências de tecnologia relacionadas, desafios e benefícios da IoT.

O que o estudo descobriu é que, embora a adoção da IoT esteja em ascensão e abrindo as portas para a transformação dos negócios, as empresas estão sendo retidas pela escassez de habilidades, complexidade dos projetos e desafios de segurança. Resumindo as descobertas:

  1. A IoT é vista como lucrativa e crítica para o sucesso dos negócios e está criando oportunidades para alavancar tecnologias de nuvem e de rede mais avançadas. Quase nove em cada 10 (85%) dos pesquisados estão em adoção da IoT e 88% deles consideram a IoT crítica para o sucesso dos negócios. Ouvimos de empresas que adotam a IoT que elas acreditam que verão um ROI de 30% em seus projetos de IoT no futuro. À medida que olham para o futuro, os entrevistados acreditam que os condutores críticos de tecnologia para o sucesso da IoT nos próximos dois anos são a AI, a computação de ponta e 5G, seguidos por gêmeos digitais e blockchain.
  2. Quase todos os entrevistados (97%) têm preocupações com a segurança ao implantar a IoT, mas isso não impede a sua adoção. A conectividade com a Internet é uma via de mão dupla. Com esses dispositivos se tornando uma porta de entrada para nossas casas, locais de trabalho e indústrias, eles também se tornam alvos de ataques. O custo de uma violação de dados é, em média, de 4 a 8 milhões de dólares, e os custos só aumentam quando você pensa em danos adicionais à sua marca e nas tecnologias operacionais que impulsionam a receita da sua empresa. As três principais preocupações de segurança que encontramos entre os que adotam a IoT são: criar fortes autenticações de usuário (43%), rastrear e gerenciar cada dispositivo da IoT (38%) e proteger pontos de extremidade de cada dispositivo da IoT (38%).
  3. Existe uma lacuna de habilidades para soluções de IoT, que é composta pela complexidade das soluções. Quase a metade (47%) dos entrevistados diz que não há trabalhadores suficientemente qualificados disponíveis e um em cada quatro (38%) dos adotantes da IoT citam complexidade/desafios técnicos para usar a IoT como uma barreira para promover a adoção da IoT. As complexidades existentes da IoT e a falta de recursos impedem os tomadores de decisão da IoT de adotar mais a IoT, e 20% deles citam complexidade/desafios técnicos como um dos principais desafios.

Olhando para o futuro: Recomendações para uma estratégia de IoT bem-sucedida

Com a crescente preocupação quanto à segurança e a IoT se tornando mais complexa com o surgimento dos recursos de AI, 5G e de Edge, como as empresas poderão criar uma estratégia digital para transformar com êxito seus negócios com a IoT? Nós fizemos uma parceria com o Grupo BCG para definir os sete principais ingredientes para a obtenção do sucesso:

  • Estratégia empresarial e justificativa − Os projetos de IoT bem-sucedidos começam por uma compreensão clara dos problemas comerciais a serem tratados, do investimento necessário e do retorno esperado sobre o investimento.
  • Liderança e organização − Os projetos de IoT bem-sucedidos têm patrocinadores executivos na unidade de negócios que o projeto de IoT impactará, para ajudar a superar os limites organizacionais, comunicar a visão estratégica da IoT e alcançar um alinhamento amplo entre todas as equipes participantes.
  • Planejamento do roteiro de tecnologia − As empresas que pensarem sobre roteiros de tecnologia e planejarem a infraestrutura necessária para dimensionar as soluções de IoT estarão melhor posicionadas para obter sucesso a longo prazo. Envolva a liderança desde o início, à medida que a prova de conceitos estiver sendo desenvolvida e comece a ter essas conversas sobre as necessidades tecnológicas do futuro.
  • Talento − Projetar, implantar e operar a IoT requer habilidades multidisciplinares, e a experiência em arquitetura da IoT, ciência de dados, segurança e AI/ML pode ser rara e desafiadora para atrair empresas mais tradicionais. As empresas devem elaborar sua estratégia exclusiva de talentos para adquirir ou desenvolver capacidades em sua força de trabalho, com base em seu ponto de partida e nas lacunas que elas precisam preencher.
  • Operações e processos de negócios principais – A IoT requer uma mudança de mentalidade, de jeito de pensar na IoT como um esforço “único e feito”, para pensar nela como uma mudança fundamental da maneira como o negócio é realizado. As empresas devem começar garantindo que os principais processos de negócios afetados pela IoT estejam preparados para capturar valor. Além disso, eles devem garantir, desde o início, o envolvimento de funcionários da linha de frente, como gerentes de manufatura ou de operações de lojas, nas iniciativas da IoT.
  • Parcerias e ecossistema − As parcerias comerciais são essenciais para implantações bem-sucedidas da IoT. Nossa IoT e ecossistema de ponta inteligente incluem mais de 10.000 parceiros e está crescendo. Os parceiros podem oferecer conhecimentos essenciais do setor, facilitando a integração de soluções, o compartilhamento de dados, as necessidades de conformidade do setor e muito mais. Empresas com implementações bem-sucedidas da IoT reconhecem a importância de estabelecer parcerias com antecedência e promover essas relações ao longo de sua jornada de IoT.
  • A segurança como um elemento fundamental − a segurança da IoT precisa ser tratada em todas as camadas – desde a camada de silício até a nuvem. Ela não poderá ser parafusada ou ser uma reflexão tardia.

[i] Worldwide Global DataSphere IoT Device and Data Forecast, 2019–2023, (Doc #US45066919), May 2019.

[ii] IDC MarketScape: Worldwide Industrial IoT Platforms in Manufacturing 2019 Vendor Assessment, (Doc #US45116819), June 2019.

Fonte: Microsoft Newsroom

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