O que se pode esperar após aprovação da Lei da IoT

Muito aguardada pelo setor de internet das coisas (IoT), a Lei nº 14.108 ou Lei da IoT passou a valer a partir do dia primeiro de janeiro deste ano. O dispositivo de lei atende a demanda da Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC) e de outras entidades que se manifestaram pelo incentivo a exploração comercial do ecossistema de comunicação.

Com a lei, as taxas de fiscalização de instalação e as taxas de fiscalização de funcionamento dos sistemas de comunicação máquina a máquina foram zerados pelos próximos cinco anos. Isso significa que haverá mais viabilidade de projetos e novas oportunidades de mercado dentro das verticais de agricultura, cidades inteligentes, manufatura, saúde, varejo e veículos autônomos.

“Com a medida, a expectativa é de que o Brasil seja uma das grandes potências globais no mercado de Internet das Coisas. Outro aspecto positivo é que a desoneração incentive o desenvolvimento de dispositivos com a tecnologia 5G”, destacou o ministro das Comunicações, Fábio Faria, em comunicado oficial.

O fato é que a IoT já está em todo dos lugares e faz parte do dia a dia das pessoas. Porém, a nova lei deve contribuir para acelerar projetos como:

Na agricultura: sensores instalados nas plantas, nos animais, no solo, nos veículos coletam e processam dados para que o produtor possa identificar, por exemplo, onde é necessário a aplicação de adubo e quanto cada área necessita. Ele também pode receber em tempo real a localização do rebanho e dados sobre a saúde dos animais.

Nas cidades inteligentes: gestores públicos utilizam a tecnologia para melhorar a qualidade de vida das pessoas organizando e otimizando de forma digital a mobilidade urbana, o uso de energia, o acesso aos serviços públicos etc.

Na manufatura: a modernização das fábricas com a automatização das operações e análises em tempo real do que acontece no chão de fábrica, esse conceito também é conhecido como Indústria 4.0.

Na saúde: a integração de sistemas digitais através da IoT contribui para o monitoramento ágil de pacientes, permitindo maior assertividade no tratamento. Alguns pacientes podem até mesmo continuar o tratamento no conforto do lar, sem a necessidade de ocupação de leitos em hospitais. A telemedicina e a vídeo cirurgia também se beneficiam com os investimento em IoT.

No varejo: a internet das coisas está ajudando o setor a aprimorar o relacionamento com o cliente e a experiência de compra. O monitoramento do comportamento do consumidor tem possibilitado, por exemplo, a customização de serviços e entregas mais rápidas.

Veículos autônomos: a tecnologia já é explorada fora do país e agora pode estar mais próximas de se tornar realidade no Brasil. Os veículos autônomos necessitam de uma conexão robustas e estável para operar de forma segura e dividir as pistas com outros veículos e pedestres. A tecnologia não se refere apenas aos veículos de passeio, mas também aos autônomos que podem ser utilizados pelo varejo para fazer a entrega de mercadorias.

ABINC está preparada para o novo mercado com a Lei de incentivo a IoT

O presidente da ABINC, Paulo José Spaccaquerche, acredita que com a Lei da IoT as empresas brasileiras poderão se tornar mais competitivas e poderão mirar também o mercado externo. O impulsionamento do ecossistema torna a tecnologia mais barata e incentiva investimentos na área. Isso significa mais escalonamento de aplicações IoT, e mais informações cruciais sobre o negócio nas mãos de líderes e gestores.

“Na ABINC, estamos extremante satisfeitos! Participamos com outras entidades nas manifestações e ajuda ao projeto do deputado Vitor Lippi (PSDB/SP). Com a lei, teremos condições de competir inclusive fora do Brasil. Temos a oportunidade de geração de empregos e isso é uma maravilha na situação em que estamos vivendo. Quem sabe para o próximo ano a gente não tenha um impulsionamento grande de novos empregos”, comentou o presidente Paulo José Spaccaquerche.

O presidente também afirma que a ABINC está atenta e preparada para este novo momento da IoT no Brasil. Em 2022 a associação terá uma plataforma de educação para contribuir com a formação de novos profissionais de IoT qualificados para as demandas da economia 4.0.

“Com essa plataforma de educação a gente se sente satisfeito por contribuir para o crescimento do país, porque, afinal de contas, está é uma das missões da ABINC. Ajudar o ecossistema de IoT a crescer no Brasil e gerar novos empregos, gerar novos projetos e assim por diante”, finalizou Spaccaquerche.

Moisés Silva é o novo diretor financeiro da ABINC

A Associação Brasileira de Internet das Coisas – ABINC possui um novo diretor administrativo financeiro, Moisés Silva, com mais de 20 anos de atuação em posições de liderança em áreas financeira, administração de contratos e vendas. Atualmente Silva é executivo sênior no mercado de Tower Co e possui experiência com clientes de diferentes verticais como: indústria, serviços, bancos, seguradoras, birô de cobrança, automobilístico, governo, segurança, energia, transportes, telecomunicações, educação, saúde, hotel e varejo.

Na ABINC, Moisés Silva espera também contribuir para que a associação possa ter maior diversidade de associados, tanto no porte das empresas quanto na atuação das mesmas na cadeia de fornecimento, atraindo mais empresas que entregam conectividade, dispositivo pronto, design, etc. O diretor financeiro enxerga o crescimento do mercado de internet das coisas (IoT) no país, mesmo com a pandemia de coronavírus, porque há uma demanda crescente pela automatização de processos, onde a IoT é fundamental.

Moisés Silva também destaca que, mesmo enquanto aguardamos o leilão do espectro 5G, que pode ser realizado no primeiro semestre de 2021, há tecnologias posicionadas para contribuir com o crescimento da IoT no Brasil. Isso se deve principalmente ao Plano Nacional de Internet das Coisas, sancionado pelo governo federal no ano passado, que contou com participação de empresas do setor e com a colaboração da ABINC para que a pauta pudesse progredir.

Para o diretor, o 5G será mais demandado dentro do edge computing, possibilitando o crescimento de soluções de veículos autônomos na melhoria e ampliação na experiência de jogos online e streaming de filmes. “Tem uma parte do mercado que é atendida pelas tecnologias LPWAN, NB-IoT e Cat-M, essa é uma parte da pirâmide. O 5G não é preponderante para que a IoT aconteça no país. Quando ele chegar dará início às ideias disruptivas. É um mundo que a gente não tem dimensão de onde pode chegar”, comentou.

Fazendo um apanhado histórico, Silva reflete que muita coisa já foi transformada no segmento M2M, saindo de uma tecnologia analógica e tornando tudo mais dinâmico com as tecnologias de comunicação atuais. E que determinados segmentos, como o de medição e rastreamento não devem migrar de tecnologia. Sobre a redução de impostos sobre a IoT pautada no congresso, Moisés Silva acredita que a medida deve contribuir para alavancar o mercado, beneficiando todo o setor, principalmente as operadoras que poderão fazer novos investimentos.

“Ao reduzir os impostos você alavanca o mercado de dispositivos que estava represado por esta condição. Sem dúvida, ao eliminar essas taxas o governo viabiliza que a indústria local incremente a fabricação de dispositivos. Isso também alavanca quem já estava posicionado como a LPWAN, porque torna mais claro para o consumidor onde cada tecnologia se posiciona. Para mim é um jogo de ganha ganha a partir do momento em que o governo libera os custos para que as operadores possam se sentir mais motivadas para investir em NB-IoT e Cat-M, que é onde essas taxações tem mais impacto”, comentou.

O novo diretor financeiro também convida àqueles que fazem parte do setor de IoT a se associarem a ABINC, para que fortaleçam a sua empresa e a comunidade.

“Estar junto com seus pares em associação fortalece a sua capacidade de levar seus pleitos tanto para sociedade civil, quanto para as entidades governamentais de forma estruturada. Isso é importante não só do ponto de vista de representatividade, mas também pelo respaldo da associação aos anseios da comunidade. Se associem, façam parte, coloquem suas ideias e ajudem o país a crescer”, finalizou.

ABINC apresenta Alessandro Galvão como novo diretor de marketing

A Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC) anunciou seu novo diretor de marketing, Alessandro Galvão.

Galvão possui formação em engenharia de produção, marketing e planejamento estratégico, com mais de 20 anos de experiência atuando nos segmentos de consultoria, indústria, mercado financeiro e tecnologia da informação.

Com a nova responsabilidade Galvão tem objetivos claros: fortalecer as relações com o mercado e contribuir para o crescimento da ABINC. Com sua experiência, o novo diretor de marketing atuará em três pilares: conteúdo, networking e visibilidade de mercado. Estas são áreas fundamentais que todo associado espera encontrar dentro de uma entidade como a ABINC.

Para atender a demanda por conteúdo, a associação deverá explorar seus comitês multidisciplinares instaurados na ABINC, além de seus diversos colaboradores, parceiros, universidades e centros de pesquisa & desenvolvimento (P&D). “Oferecer um conteúdo validado, sólido, não comercial e com bastante amplitude para nossos associados será fundamental para nosso crescimento”. Seguiremos por enquanto utilizando os canais digitais para divulgação de conteúdos através de webinars e discussões online, até que possamos ter os eventos presenciais para complementar a nossa oferta de conteúdo e networking.

A associação deve estreitar sua proximidade com universidades e centros de pesquisa renomados no país. O objetivo é estimular uma maior troca de experiências entre a academia e o mercado. “Favorecer a iniciativa pública e privada do ponto de vista de pesquisa, desenvolvimento e inovação, é como a ABINC se posicionará, atuando como o principal órgão representativo de IoT no país, de maneira a fomentar e integrar as discussões e avanços em torno do ecossistema.

Em termos de networking, Galvão acredita que é preciso haver um equilíbrio entre os associados, com um esforço especial para a captação de associados do ecossistema de IoT (tomadores/compradores dos serviços e soluções de IoT). Isso será determinante para enriquecer o nível da conversa. Atrair mais associados tomadores de serviço será um dos desafios do novo diretor, mas sua larga experiência em desenvolvimento de novos negócios e expansão de mercado o qualifica para a demanda. A proposta é integrar a ABINC a outros players no mercado que também tenham funções relacionadas à tecnologia, inovação e tendências.

“A ABINC tem o papel de fomentar as discussões, integrar a iniciativa pública e privada e representar todo ecossistema brasileiro dentro e fora do país, como o Paulo (Spaccaquerche, presidente da ABINC) já vem fazendo em conversas com outras entidades de IoT, no sentido de colocar o Brasil no radar mundial. Vamos trabalhar para assumir o papel da grande divulgadora e incentivadora de tendência, de inovação, de compartilhamento de ferramentas e novos cases”, comentou Galvão.

Para alcançar esses objetivos, as diretrizes da diretoria terão foco dentro da organização para alavancar o material humano dos comitês e conselhos, para que eles possam trabalhar de forma focada dentro de uma estratégia que favoreça os pilares citados. Desta forma, a ABINC mantem-se firme na sua missão de catalisar, fomentar e promover os diferentes interesses e necessidades destinados ao negócio de IoT, visando a satisfazer os seus associados e parceiros, com atuações e representações nas esferas públicas e privadas, contribuindo no desenvolvimento tecnológico, respeitando o indivíduo, a sociedade e o meio ambiente.

ABINC destaca as prioridades de 2020 no IoT Networking Happy Hour de janeiro

No primeiro encontro do IoT Networking Happy Hour de 2020 a ABINC apresentou seu novo presidente, Paulo José Spaccaquerche mais conhecido como Paulo Spacca. Com 30 anos de experiência na indústria de tecnologia, Spacca assume a presidência da entidade pelo próximo biênio após duas gestões de Flávio Maeda.

Neste encontro o novo presidente apresentou as principais áreas onde pretende debruçar os esforços da associação. O foco inicial é dar continuidade ao Plano Nacional de IoT nas principais áreas: agro, manufatura, saúde, cidades inteligentes, jurídico, redes e educação.

Com a efetivação do Plano Nacional de Internet das Coisas em junho do ano passado, o passo seguinte é a criação de câmaras dentro de cada um dos setores prioritários. A ABINC possui cadeira nas câmaras de indústria e de saúde 4.0 que já iniciaram os trabalhos, e espera avançar nas demais áreas.

Entretanto, um ponto que não ficou devidamente claro após o decreto presidencial que efetivou Plano Nacional de IoT, trata-se da questão tributária. Segundo Spacca, isso tem dificultado a consolidação do ecossistema no Brasil. Um projeto de lei apresentado pelo deputado Vitor Lippi (PSDB-SP), pode desonerar a IoT.

A PL 7656/17 zera o valor de taxas e contribuições incidentes sobre as estações móveis de serviços de telecomunicações que integrem sistemas de comunicação máquina a máquina. A proposta foi aprovada na Câmara e aguarda apreciação do Senado Federal.

Paulo Spacca, segundo da esquerda à direita, com a equipe comercial da Avatek, associados da ABINC, que marcaram presença no evento de janeiro.

Outro desafio para expansão da Internet das Coisas é a falta de mão de obra qualificada. Spacca apontou a carência de formação profissional e informou que desde o ano passado a ABINC está conversando com algumas instituições de ensino, e em breve algumas mudanças serão notadas.

Uma das novidades para este ano é a expansão da associação para outros estados. A entidade estará presente em outras cidades além de São Paulo para contribuir nos avanços dentro do ecossistema.  A regionalização da ABINC já está definida para as cidades de Brasília, Florianópolis, Fortaleza e Rio de Janeiro, e em breve também chegará a Belo Horizonte.

Também está em andamento a criação do conselho consultivo da ABINC, que contará com 6 membros. Este será o segundo conselho da entidade, que já contava com o conselho fiscal.

Por fim, Spacca lembrou da nova plataforma digital que está sendo desenvolvida para melhorar integração entre negócios e pessoas, a ABINC Conexão IoT, que também estará disponível neste ano.

“A Conexão IoT é uma forma de aproximar o ecossistema de desenvolvimento, reunindo agentes públicos e privados, conectando a academia, empresas, desenvolvedores e consumidores. O objetivo é conectar quem demanda uma solução com quem a desenvolve”, falou Spacca em entrevista ao IPNews.

Inscreva-se no IoT Networking Happy Hour de Fevereiro 2020

Estão abertas as inscrições para o IoT Networking Happy Hour de fevereiro, o nosso encontro mensal de networking, troca de ideias e fomento da comunidade de IoT.

As vagas são limitadas, não perca tempo e garanta a sua!

  • Quando: 19 de fevereiro de 2020
  • Hora: 19h00 às 22h00
  • Onde: IoT OpenLabs | Haddock Lobo, 595 – 8° andar, São Paulo
  • Valor associado ABINC: R$ 25,00 (cupom enviado por e-mail, caso não tenha recebido o seu, solicite para [email protected])
  • Valor não associado ABINC: R$ 50,00

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ABINC e CABASE assinam acordo de cooperação para integrar o sistema de IoT entre Brasil e Argentina

São Paulo (SP) – Para estimular e acelerar a evolução do uso da Internet das Coisas na América do Sul, a ABINC (Associação Brasileira de Internet das Coisas) e a CABASE (Câmara Argentina de Internet) assinaram um acordo de cooperação que visa estimular a troca de informações e integrar todo o ecossistema de IoT entre os dois países. A medida busca abrir o mercado para associados das duas entidades trocarem experiências no ambiente de desenvolvimento de software e hardware e, principalmente, no que tange a regulamentação do setor.

Para Flávio Maeda, Presidente da ABINC, o Brasil e a Argentina estão, inegavelmente, à frente do desenvolvimento de IoT na América do Sul: “Os dois países contam com associações fortes envolvidas em todas as fases do desenvolvimento da IoT. Como temos os mesmos desafios do mercado argentino em relação à regulamentação, políticas industriais e de importação, o trabalho conjunto das duas associações busca acelerar o processo de adoção da Internet das Coisas em todas as verticais, em especial na indústria, serviços e agricultura”, afirma.

Anthony Harris, Diretor Executivo da CABASE, considera o acordo de cooperação um importante passo para fortalecer a implantação da IoT na região ao “possibilitar a combinação dos avanços tecnológicos de Empresas de IoT brasileiras e argentinas”.

O acordo trará um grande apoio na abertura de mercado para os associados das duas instituições, ao promover a organização de visitas bilaterais para que se solidifique a relação entre as associações e seus associados. Os encontros estão previstos para acontecer ainda no primeiro semestre de 2019. “Esta parceria trará às empresas brasileiras de IoT associadas à ABINC o acesso a um mercado extremamente desenvolvido, principalmente na região da grande Buenos Aires”, destaca Flavio.

Executivos das duas entidades participam do IoT Evolution Expo

A sinergia entre a ABINC e a CABASE promete revolucionar a expansão da Internet das Coisas nos dois países. Maeda e Harris foram convidados a participar do painel “IoT e conectividade na América do Sul”, que acontece no dia 30 de janeiro durante a IoT Evolution Expo, em Fort Lauderdale, Florida (EUA). Eles vão falar sobre o boom da IoT nos países sul americanos, levando a experiência do Brasil e da Argentina sobre como as organizações vêm se preparando para contribuir com o mercado da Internet das Coisas.

Números da Internet das Coisas

A expectativa para o setor é de que até 2020 cerca de 25 bilhões de equipamentos estejam integrados a sistemas inteligentes em todo o mundo, atendendo 4 bilhões de pessoas conectadas em cerca de 25 milhões de aplicativos disponibilizando cerca de 50 trilhões GBs de dados. Por isso a IoT já é considerada a mais promissora plataforma de tecnologia do mundo e deve movimentar US$ 19 trilhões até a próxima década, segundo previsões da Cisco, líder mundial em TI e redes.

Deste montante, a América Latina será responsável por US$ 860 bilhões, sendo o Brasil o detentor de US$ 352 bilhões – US$ 70 bilhões por parte do setor público e US$ 282 bi do privado. Na sequência vem México, com US$ 197 bilhões, Argentina, com US$ 79 bilhões, e Colômbia, com US$ 64 bilhões.

Sobre a ABINC
A ABINC, Associação Brasileira de Internet das Coisas, foi fundada em dezembro de 2015 como uma organização sem fins lucrativos, por executivos e empreendedores do mercado de TI e Telecom. A ideia nasceu da necessidade de se criar uma entidade que fosse legítima e representativa, de âmbito nacional, e que nos permitisse atuar em todas as frentes do setor de Internet das Coisas.Tem como objetivo incentivar a troca de informações e fomentar a atividade comercial entre associados; promover atividade de pesquisa e desenvolvimento; atuar junto às autoridades governamentais envolvidas no âmbito da Internet das Coisas e representar e fazer as parcerias internacionais com entidades do setor.

Sobre a CABASE
Fundada em 1989, a CABASE, Câmara Argentina de Internet, reúne as organizações que fornecem serviços de acesso à internet , telefonia, soluções de datacenter, conteúdo online, entre outros. Na arena internacional, a CABASE é uma parceira fundadora do eCOM-LAC1 e do LACNIC. Além disso, mantém uma participação permanente e ativa nas principais organizações internacionais e fóruns relacionados à Internet e às TIC, como ICANN, a Cúpula Mundial da Sociedade da Informação, o Fórum de Governança da Internet e a Aliança Internacional dos ISPs.

Associado da ABINC tem como benefícios:

+ Preços promocionais nos eventos da associação;

+ Ter acesso às demandas e necessidades de IOT do mercado (empresas e governo);

+ Networking com todo o ecossistema de IOT ABINC;

+ Ter seus casos de sucesso em IOT divulgados para todo o mercado.

Quanto maior for a nossa comunidade, mais forte e representativo será o nosso setor. Participe!

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