ABINC e Pecege MBA USP Esalq firmam parceria para desenvolver a IoT no Brasil

Objetivo é prover acesso e conexões entre a iniciativa privada, órgãos públicos e regulamentadores, com os ambientes universitários de pesquisa e desenvolvimento tecnológico e de gestão

Em busca de disseminar o conceito da IoT – Internet das Coisas – no Brasil, a ABINC, Associação Brasileira de Internet das Coisas, junto ao Programa de Educação Continuada em Economia e Gestão de Empresas –  Pecege, instituto organizador do MBA USP ESALQ da Universidade de São Paulo, anunciam parceria para 2021. A proposta é que a iniciativa privada se aproxime das universidades e centro de pesquisas para que haja um vínculo cada vez mais sólido e fundamental para o crescimento do setor e da economia como um todo.

A parceria é um passo muito importante para estreitar as fontes de conhecimento da Universidades e os Institutos de Pesquisa e a iniciativa privada no sentido de desenvolver a IoT no Brasil. No ponto de vista ecossistema digital, essas parcerias são fundamentais, pois é possível trazer o que está sendo desenvolvido em termos de pesquisas e projetos. Tanto do lado acadêmico para a iniciativa privada, como também é possível levar demandas da privada para o mundo acadêmico, fazendo com que os esforços nas universidades acabem cada vez mais sendo direcionados para o mercado.

Grande parte da iniciativa aconteceu por conta do Alexandre Vargha, Presidente do Comitê Auto e Mobilidade da ABINC, sob a liderança do Presidente Paulo Spaccaquerche. “Isso demonstra que a ABINC está preocupada com a formação de profissionais com o mesmo peso desta respeitada instituição de ensino reconhecida internacionalmente. Acredito que, podemos esperar uma troca enriquecedora entre os principais envolvidos e, veremos os resultados no desenvolvimento de projetos do Plano Nacional de IoT para fortalecer o Brasil nesse mercado global e competitivo de IoT” – Dalton Oliveira, Conselheiro Consultivo da ABINC e Consultor Global em Transformação Digital e Inovação da Wardston Consulting.

“Isso é a forma de valorizar as instituições de ensino com elementos críticos e fundamentais para complementar todos os esforços de pesquisa e desenvolvimento. Com isso, nós acreditamos que da forma que acontece nos países desenvolvidos, inclusive onde a infraestrutura de IoT é mais estruturada, quando se juntam conectando a todo o ecossistema IoT de forma organizada e colaborativa rumo ao Digital Twin às instituições privadas, o governo e os órgãos regulamentadores com as fontes de conhecimento e as universidades, conseguimos trazer um horizonte com bons resultados no médio e longo prazo. Porque você fortalece todos os elos da cadeia e eleva o conceito da cadeia de valor através da digitalização”, explica Alexandre Vargha – Líder do Comitê Auto e Mobilidade da ABINC.

“Acreditamos que a inter-relação entre fundamentos estatísticos e de analytics, programação e usufruto de softwares, e processos de gestão para a tomada de decisão, levam à melhor formação de Cientista de Dados. O desbalanceamento entre estes três pilares fundamentais torna o processo incompleto, e é justamente a partir desta lógica que foi estruturada a grade do MBA em Data Science e Analytics”, ressalta o Profº Luiz Paulo Fávero, Professor Titular da USP e coordenador do MBA USP Esalq em Data Science e Analytics.

Para o início já está alinhado a realização de webinars sobre Data Science e Analytics, desconto de 5% de desconto adicional (MBA em Data Science e Analytics – online) para associados ABINC que participarem dos webinars e que realizarem a inscrição em determinada data e bolsas MBA USP ESALQ (100% de desconto) por ano para a ABINC. Além disso, a proposta ainda é criar frentes de intercâmbio entre as empresas e a Universidade para desenvolvimento de trabalhos específicos. Promover ações conjuntas para estruturação de novas frentes. E por fim, principalmente, estreitar os laços para discutir sobre o futuro da integração Universidade-Mercado no médio-longo prazo.

Sobre a ABINC

A ABINC, Associação Brasileira de Internet das Coisas, foi fundada em dezembro de 2015 como uma organização sem fins lucrativos, por executivos e empreendedores do mercado de TI e Telecom. A ideia nasceu da necessidade de se criar uma entidade que fosse legítima e representativa, de âmbito nacional, e que permitisse a atuação em todas as frentes do setor de Internet das Coisas. A ABINC tem como objetivo incentivar a troca de informações e fomentar a atividade comercial entre associados; promover atividade de pesquisa e desenvolvimento; atuar junto às autoridades governamentais envolvidas no âmbito da Internet das Coisas e representar e fazer as parcerias internacionais com entidades do setor.

Para mais informações, entrevistas e/ou ajuda com pautas sobre IoT, entre em contato:

Assessoria de Imprensa – Motim.cc
Paulinha Deodato – [email protected] (11) 98414-3845
Luís de Magalhães – [email protected] – (11) 95292-8049

 

 

 

 

 

 

 

 

LoRaWAN® Roaming agora disponível em mais de 25 países

Fremont, CA – 26 de Janeiro de 2021 − A LoRa Alliance®, a associação global de empresas que apoiam o padrão aberto LoRaWAN® para redes de longa distância de baixa potência (LPWANs) da Internet das Coisas (IoT), anunciou hoje que várias operadoras de rede implantaram plataformas com capacidade de roaming, com recursos de roaming LoRaWAN completos agora disponíveis em 27 países ao redor do mundo, bem como via satélite. Vários clientes em todo o mundo já estão aproveitando os serviços de roaming fornecidos por operadoras de redes públicas LoRaWAN.

“A LoRa Alliance continua a conduzir uma estratégia de tornar a LoRaWAN amplamente acessível e fácil de usar”, disse Donna Moore, CEO e presidente da LoRa Alliance. “No final de 2020, tínhamos redes LoRaWAN públicas e privadas ativas em mais de 160 países em todo o mundo. Também sabemos que a verdadeira cobertura global é alcançada mais rapidamente pela interconexão de redes e permitindo que os dispositivos se movam perfeitamente entre elas − especialmente para aplicativos de logística e rastreamento. Muitas das maiores marcas globais apoiaram essa abordagem implementando o roaming LoRaWAN em suas redes, tornando a LoRaWAN mais acessível do que nunca”.

Atualizações recentes para a especificação técnica de interfaces de backend TS002-1.1.0 LoRaWAN concluídas no quarto trimestre de 2020 aumentam a facilidade de uso para implementações de roaming e adicionam suporte aos recursos de geolocalização LoRaWAN para dispositivos em roaming. O roaming LoRaWAN cobre ativos móveis e fixos de clientes multinacionais cujos dispositivos aproveitam a cobertura de rádio de parceiros de roaming em vários países. Além do peering de rede pública-para-pública, os recursos de roaming da LoRaWAN também oferecem suporte para peering de rede pública-para-privada e privada-para-privada. O protocolo LoRaWAN também oferece um recurso único, pelo qual um determinado dispositivo pode ser servido simultaneamente por vários gateways que podem pertencer à casa e a uma ou mais redes visitadas. Do ponto de vista da funcionalidade, isso permite que vários gateways de rede atuem como um, com cobertura unificada servindo o dispositivo.

Para apoiar ainda mais o roaming, a LoRa Alliance lançou a iniciativa Connect UE para acelerar o roaming na Europa, com a participação de outras regiões. A iniciativa apoia e incentiva a colaboração entre todos os membros da LoRa Alliance interessados em aproveitar o roaming LoRaWAN. Esse esforço, junto com os aprimoramentos da especificação de backend LoRaWAN, mostra o compromisso da aliança com a melhoria contínua dessa capacidade e garante o envolvimento ativo dos membros em redes e hubs de roaming.

A capacidade de roaming LoRaWAN está atualmente disponível nos seguintes membros da LoRa Alliance nestes países:

  • 3S na Tunísia
  • A2A na Itália
  • Charter Communications nos Estados Unidos
  • Connexin no Reino Unido
  • Czech Republic (Ceske Radiokomunikace, a.s.) na República Tcheca
  • ER-Telecom-Domru na Rússia
  • Everynet e seus parceiros no Brasil (American Tower do Brasil), Indonésia (Telkom Indonesia), Islândia (Lysir), Reino Unido, Irlanda, Espanha, Itália, Porto Rico e México
  • Digita Oy na Finlândia
  • komro GmbH na Alemanha
  • KPN na Holanda
  • Lyse na Noruega
  • Minol-ZENNER Group na Alemanha
  • MIOT Melita.io Technology GmbH na Alemanha
  • Netmore na Suécia
  • NNNCo na Austrália
  • Objenious by Bouygues Telecom na França
  • Orange na França (o Roaming atualmente limitado a um único parceiro, será estendido ao mercado francês no H2 2021)
  • Pingday na Suécia
  • Proximus PLC na Bélgica e Luxemburgo
  • Senet nos Estados Unidos
  • SenRa na Índia
  • Swisscom Ltd na Suíça
  • Telekom Srbija na Sérvia
  • VTC Digicom no Vietnã
  • Actility Roaming Hub (interconectando 20 redes para roaming)
  • Lacuna Space (LoRaWAN satellite company)

Além de poder acessar o roaming LoRaWAN por meio de acordos com operadoras de rede, vários membros da LoRa Alliance lançaram hubs de roaming que podem mutualizar interconexões de várias redes. Os hubs tornam mais fácil para os provedores de rede se conectarem a vários fornecedores ao mesmo tempo. Finalmente, o roaming já está acessível através do provedor de rede de satélite Lacuna Space permitindo a integração de redes terrestres e de satélite, fornecendo cobertura para áreas remotas.

Sobre a LoRa Alliance

A LoRa Alliance® é uma associação aberta sem fins lucrativos que se tornou uma das alianças maiores e de crescimento mais rápido no setor de tecnologia desde o seu início em 2015. Seus membros colaboram estreitamente e compartilham experiência para desenvolver e promover o padrão LoRaWAN®, que é o padrão global de fato para conectividade IoT LPWAN segura e de nível de operadora. A LoRaWAN tem flexibilidade técnica para atender a uma ampla gama de aplicativos IoT, tanto estáticos quanto móveis, e um programa de certificação LoRaWAN robusto para garantir que os dispositivos funcionem conforme especificado. Implantado por 150 grandes operadoras de rede móvel globalmente, a conectividade LoRaWAN está disponível em mais de 160 países, com expansão contínua. Mais informações: http://lora-alliance.org/

LoRa Alliance® e LoRaWAN® são marcas registradas usadas com permissão.

A ABINC é membro da LoRa Alliance.

Sobre a Everynet

A líder global em host neutro e conectividade IoT de custo ultrabaixo.

A Everynet é uma operadora de rede LoRaWAN global e fornece redes de nível de operadora na Ásia, Europa, Oriente Médio e África e nas Américas. O modelo de rede de host neutro da Everynet permite que operadoras de rede móvel, MVNOs e MSPs globais ofereçam IoT de custo ultrabaixo imediatamente e lucrativamente com CAPEX inicial ZERO. A Everynet torna a IoT acessível em qualquer setor para permitir soluções de nível empresarial e é implantada usando a tecnologia LoRaWAN, o padrão aberto adotado globalmente para conectividade IoT.

Para obter mais informações, visite www.everynet.com

Fonte: LoRa Alliance

 

 

Webinar Agricultura Digital: Desafios e Oportunidades com a IoT

Estudos recentes indicam que a Agricultura Digital cresce em todo Brasil.

Algumas das tecnologias mais presentes no cenário da produção agrícola são:

  • Sistemas de localização por satélite;
  • Análise da variabilidade espacial e temporal;
  • Imagens e sensoriamento remoto aplicado à gestão agrícola;
  • Geoprocessamento aplicado ao gerenciamento de lavouras;
  • Amostragem e interpretação de mapas, sensores e atuadores;
  • Na pecuária, a bovinocultura digital;
  • Georreferencimento e geoposicionamento de máquinas e equipamentos;
  • Utilização de drones em diversos aspectos: para monitoramento do plantio, geolocalização, coleta de informações, entre outras aplicações;
  • Tecnologias de RFID para gestão de ativos, insumos e produtos ao longo da cadeia de valor;
  • Tecnologias remotas para controle e gestão de caracterização de solo.

Segundo informações publicadas pela Embrapa, 17,5% dos produtores rurais estão utilizando tecnologias como drones e sensores remotos para obter dados cruciais das culturas. Levando em consideração os novos lançamentos de sensores previstos nos nanosatélites e nos microssatélites, que deve acontecer em 2022, a demanda pelo serviço deve aumentar substancialmente.

O uso de drones no campo se tornou uma tendência em todo mundo. Além de levar sensores para o monitoramento de áreas, os aparelhos também são utilizados na pulverização agrícola e no controle biológico. O mercado global de drones, especificamente para agricultura, cresceu 172% nos últimos quatro anos, atingindo US$ 32,4 bilhões neste mesmo período e segue em projeção de alta para os próximos anos.

Os dados são uma amostra da importância das novas tecnologias, para que o produtor rural possa planejar com mais qualidade a sua atividade e melhorar a gestão da propriedade.

WEBINAR ESPECIAL SOBRE AGRICULTURA DIGITAL

O tema foi pauta no webinar Agricultura Digital: Desafios e Oportunidades com a IoT promovido pela Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC). Na oportunidade, o professor de engenharia agrícola da Universidade Federal de Viçosa, Daniel Marçal de Queiroz, nos deu uma visão geral desses temas, e nos apresentou o livro Agricultura Digital. A obra, pensada para o público acadêmico e também para aquelas que atuam na área, possui um amplo conteúdo para o desenvolvimento da agricultura de precisão.

A obra contou com a colaboração de diversos professores pesquisadores e especialistas. A edição final foi realizada pelos também professores Francisco de Assis Carvalho Pinto, Aluízio Borém e Domingos Sarvio Valente, que também participou do webinar apresentando as transformações nos processos de produção no campo. O diretor de relações institucionais da ABINC, Herlon Oliveira também é um dos colaboradores do livro.

“Podemos dizer que a Agricultura Digital é um novo insumo agrícola para orientar a tomada de decisão com base em dados. Para isso, sensores dos mais diversos tipos, acoplados em máquinas, plantas, solos, animais, drones e robôs estão constantemente conectados. Na outra ponta, o processamento dos dados é realizado com base em inteligência artificial. Dessa forma, a tomada de decisão de todo processo produtivo passa a ser mais eficiente e objetiva. Por consequência, pode-se reduzir custos de produção, aumentar a produtividade, melhorar a qualidade dos produtos e reduzir impactos ambientais”, afirmou o professor Sarvio Valente.

Sem dúvidas que teremos um processo de democratização do acesso a tecnologia no campo. A expectativa é que nos próximos três anos tais tecnologias, que estão hoje presentes em uma pequena parte dos grandes produtores, já esteja disseminada para a grande maioria da área plantada no país, em diferentes culturas e tamanhos de propriedades, facilitado inclusive pela Lei de Incentivo ao IoT, que poderá proporcionar redução de custo dos equipamentos e tecnologias. Assim o IoT segue cumprindo o seu papel dentro da inovação tecnológica em um dos mais importantes segmentos da economia em nosso país.

Principais tecnologias de comunicação sem fio e suas aplicações para as soluções IoT

Nos dias atuais quando debatemos ou pensamos em soluções inovadoras estamos, mesmo que involuntariamente, falando de conectividade. Mesmo quando se fala em “dispositivo inteligente” a conectividade é um fator essencial dentro da economia 4.0. Nossos smartbands, smartphones, a TV smart e os veículos autônomos são exemplos de dispositivos que utilizam conectividade.

Mas quando se trata de economia 4.0 o conceito de conectividade é muito maior, pois engloba verticais como de cidades inteligentes, agronegócio, indústria, saúde e logística. Cada solução que utiliza a internet das coisas (IoT) possui seu próprio conjunto exclusivo de requisitos de rede, por isso é essencial buscar a conectividade ideal para cada necessidade.

Recentemente o presidente da Associação Brasileira de Internet das Coisas – ABINC, Paulo José Spaccaquerche, participou de um webinar que debateu as oportunidades para o desenvolvimento de soluções inovadoras de IoT em todos os modelos de negócio no país, mesmo enquanto aguardamos a chegada do revolucionário 5G. Há diversas tecnologias sem fio com diferentes características que envolvem consumo de energia, largura de banda, alcance e etc.

Popularmente conhecida pelo público geral, as Redes Celulares oferecem comunicação de banda larga segura, suporta múltiplas chamadas de voz e aplicativos de streaming de vídeo. Dentro de soluções IoT elas podem ser melhor aproveitadas em casos específicos como carros conectados ou gerenciamento de frota em transporte e logística. A quinta geração da rede, o 5G, promete revolucionar a maneira como nos comunicamos e o segmento M2M.

A principal diferença com a rede legado é a alta velocidade e a latência ultrabaixa, essencial para que os veículos autônomos se tornem realidade. No entanto, o 5G não deve ser a tecnologia ideal para todo tipo de solução IoT e nem sua ausência é um impedimento para que iniciativas inovadoras sejam postas em prática. Em Minas Gerais, a mineradora Vale possui 14 caminhões de extração autônomos utilizando tecnologia de comunicação Imax e LTE.

A desvantagem das redes celulares para as soluções de IoT envolvem o alto custo dos planos de internet, o alto consumo de bateria e as lacunas de cobertura em locais subterrâneos e remotos. O Wi-Fi, também amplamente conhecido, não é uma rede viável para as soluções de IoT. Os modens possuem baixa segurança contra invasores e o sinal pode ser facilmente bloqueado por obstáculos como paredes.

O Bluetooth é definido como uma rede de área pessoal sem fio. Atualmente pode atender aplicações IoT em pequena escala com o Bluetooth Low-Energy (BLE) e Bluetooth Mesh – mais utilizado pelo varejo. O BLE é usado geralmente em conjunto com um smartphone que funciona como um hub para transferência de dados para a nuvem. Ele integra dispositivos vestíveis fitness e médicos, como as pulseiras e relógios inteligentes.

O padrão Zigbee é normalmente utilizado como complemento do Wi-Fi em soluções para automação residencial. A rede possui curto alcance de sinal – menos de 100m – baixo consumo de energia e taxas de dados mais altas quando comparado ao padrão de rede LPWAN.

O setor de varejo e logística está muito familiarizado com a identificação por radiofrequência. As etiquetas RFID utilizam ondas de rádio para transmitir pequenas quantidades de dados para um leitor a uma curta distância.  Elas podem ser anexadas a todo tipo de produto e equipamento, permitindo o gerenciamento otimizado do estoque e a gestão de ativos em tempo real.

As redes de longa distância e baixa potência (LPWAN) estão revolucionando o mercado de IoT, possibilitando comunicação M2M de longo alcance, entre 5 e 15Km, e maior autonomia de bateria, que em alguns casos podem durar cerca de 10 anos. As LPWANs, como a rede LoRaWAN e Sigfox , está permitindo mais escalabilidade de sensores, ao mesmo tempo que oferece uma rede com baixa interferência de sinal, protocolos seguros contra invasores e conectividade nas cidades e no campo.

A escolha correta da rede é a chave para que a sua solução de IoT se torne viável e ofereça maior retorno sobre o investimento. Retorno esse que além de financeiro, também proporciona qualidade, produtividade e melhor aproveitamento dos recursos.

Referência: BehrTech

 

Pesquisa desenvolvida pela Microsoft revela maior adoção de IoT em 2020

A Microsoft divulgou seu relatório anual sobre a Internet das Coisas (IoT), desenvolvido em parceria com o grupo Hypothesis, agência de inovação, design e estratégia. Nessa segunda edição foram entrevistados mais de 3 mil líderes nos EUA, Reino Unido, Alemanha, França, China e no Japão. A pesquisa traz indicadores sobre o crescimento da adoção da IoT principalmente com a utilização de novas tendências tecnológicas como a inteligência artificial (IA) e a computação de borda.

Como esperado, a adoção da IoT está crescendo, 91% dos entrevistados afirmaram estar usando a tecnologia em 2020, sendo que 8 em cada 10 possuem ao menos um projeto em fase de uso. Mais empresas também passaram a considerar o ecossistema crítico para o sucesso de seus negócios, passando de 88% em 2019 para 90% nessa pesquisa. E entre aqueles que fizeram a adoção 94% estão felizes com o seu desempenho.

Os países pesquisados possuem cerca de um quarto dos projetos em fase de uso. Na China essa etapa é alcançada mais rapidamente, com cerca de 10 meses. A adoção é mais lenta no Reino Unido e no Japão, com mais projetos de IoT em fase de aprendizagem. De todo modo, a adoção é forte em todos os setores, porém menor na área de saúde onde também é considerada menos crítica para o sucesso.

A pandemia do novo Coronavírus tem criado um efeito único no campo da internet das coisas, fazendo com que muitas empresas acelerem suas estratégias para adoção. Um em cada 3 entrevistados afirmaram que irão aumentar os investimentos em IoT devido a Covid-19. Segundo a pesquisa, a adoção do ecossistema faz parte de uma mudança cultural mais ampla das organizações, com foco na otimização de sua produtividade e na proteção de seu ambiente.

Aliás, a segurança é um dos principais fatores para essa mudança, 47% das empresas estão preocupadas com seu ambiente de tecnologia. Além disso, a otimização de energia e a sustentabilidade também é citada por cerca de 30% dos entrevistados. Ainda segundo a pesquisa, as empresas continuam altamente dependentes da eficiência operacional fornecida pela IoT. Mais da metade afirmaram que a adoção ajudou a aumentar a eficiência operacional, também são citadas como benefícios a economia de custos, qualidade e aumento da capacidade de produção.

Por outro lado, alguns desafios para sua adoção são determinantes para as empresas. Um quarto delas consideram as soluções de internet das coisas tecnicamente complexas e demoram muito para implementar. Também há falta de recursos financeiros e humanos para gerenciar os projetos. Por outro lado, para a maior parte dos entrevistados a preocupação com a segurança não é impedimento para o investimento em IoT.

O uso de tecnologias emergentes junto a soluções de IoT também tem crescido em 2020. Mais empresas incorporam em seus projetos tecnologias como computação de borda, gêmeos digitais e IA. As empresas entendem sua importância, no entanto, há restrições organizacionais que impedem sua maior adesão. Mais uma vez o recurso humano habilitado para o trabalho é escasso. As dificuldades para se desenvolver alguns testes também inibem a adoção futura.

Por fim, se conclui que a IoT está permitindo que as empresas tornem seus negócios mais eficientes, produtivos e seguros. As lideranças já compreendem a importância da tecnologia e por isso precisam se engajar para promover uma cultura de IoT dentro da organização, para que o processo de adoção possa ser mais eficiente, contribuindo para o melhor aproveitamento de suas eficiências.

Retrospectiva 2020: Phygitall apresenta soluções inteligentes para combater a COVID-19 com IoT

O novo Coronavírus impôs uma dura realidade ao nosso modo de vida. Com o retorno das atividades, a implementação de cuidados para evitar a propagação da doença entre a força de trabalho tornou-se muito importante . A melhor forma para mitigar a transmissão deste e de outros vírus que possam comprometer o trabalho das organizações se passa pelo monitoramento de ativos e funcionários.

No webinar “Como podemos combater a COVID-19 com tecnologias IoT?” os fundadores da Phygitall Lucio Netto e Gustavo Nascimento apresentam soluções desenvolvidas pela startup carioca na área de rastreamento de ativos e trabalhadores no segmento industrial e corporativo.  A Phygitall foi eleita a startup número 1 pelo movimento 100 Open Startups 2018, na categoria Top 5 IoT e eleita uma das 5 startups mais promissoras no ecossistema, entre mais de 20 países na América Latina pelo Innovation Awards Latam.

Entre os seus principais clientes estão a Embraer, Ambev, Gerdau e Marinha do Brasil. Com esta última, a startup desenvolveu um projeto para monitoramento e rastreamento de embarcações de pequeno e médio porte na Baía de Guanabara utilizando a tecnologia LoRaWAN. Em um dos testes os dados de localização foram enviados por um helicóptero a 48 km de distância do gateway LoRa, possivelmente uma das maiores distâncias já alcançadas no país.

No webinar, os sócios da Phygitall apresentam soluções inteligentes para o rastreamento e monitoramento dos trabalhadores. A eficiência das soluções não está apenas no controle de infecções virais dentro das organizações, mas principalmente no controle de acesso de ambientes críticos e no monitoramento da saúde dos funcionários.

Para o setor industrial, onde muitas vezes não é permitido o uso de adornos, a startup desenvolveu um crachá inteligente que monitora em tempo real a movimentação do trabalhador. O dispositivo identifica comportamentos inseguros e acesso em áreas não permitidas para aquele trabalhador. Além disso, ele pode identificar quedas, acionando automaticamente as equipes de supervisão em casos de acidente.

Os sócios também apresentaram outro dispositivo, ainda mais completo, para ser usado em ambientes corporativos e na área da saúde. A pulseira inteligente da Phygitall possui todas as funcionalidades encontradas no dispositivo anterior, mas também pode coletar dados como frequência cardíaca, oxigenação do sangue, temperatura corporal e desvio de padrões.

Os dados captados pela pulseira inteligente possuem um grande valor para as empresas que tem como interesse garantir um ambiente mais saudável para sua força de trabalho e para o monitoramento de pacientes que necessitam de cuidados especiais mesmo quando estão fora dos hospitais. Caso você não tenha consigo participar da transmissão ao vivo, você pode assistir à gravação clicando aqui.

Retrospectiva 2020: Soluções de mobilidade e IoT, uma oportunidade nos tempos de crise

Em um período de muitas incertezas a redução de custos é extremamente importante para as organizações, mas é importante que a medida seja acompanhada de melhorias nos processos produtivos. Encontrar este equilíbrio é um grande desafio que pode ser alcançado com a adoção de soluções baseadas em internet das coisas (IoT).

Dados disponibilizados pela Vodafone apontam que 51% dos usuários afirmam que a IoT está aumentando a receita e gerando novos fluxos de receita. Destes, 36% reportaram um aumento na receita de 20%. E ainda, 29% dos usuários reportaram redução dos custos de mais de 20%.

Estas informações foram apresentadas no Webinar: Soluções De Mobilidade e IoT, uma Oportunidade nos Tempos De Crise, apresentado por Daniel Fuchs. Também são apresentados dados em diversas verticais de IoT que estão impactando positivamente os negócios e organizações em todo o mundo. Em sua apresentação ele traz cases nas verticais de mobilidade urbana, telemedicina, rastreamento automotivo, meios de pagamento e segurança.

Fuchs é diretor de inovação na Datora Telecom, tradicional operadora MVNA e Arqia, provedora de conectividade e soluções para M2M e IoT. Possui experiência de mais de 25 anos ajudando pessoas, empresa e coisas a se comunicarem. Daniel Fuchs se define como um influenciador na área de tecnologia e se coloca na posição dos clientes no momento da venda, garantindo a melhor solução para as necessidades, focando no relacionamento de longo prazo.

No webinar, Daniel apresenta dados sobre o crescimento da IoT no mundo, que pode chegar a 75,4 bilhões de equipamentos conectados em 2025. A expectativa é que o setor movimente cerca de US$ 19 trilhões até a próxima década. Deste montante, o Brasil será responsável por US$ 352 bilhões. Os dados refletem uma projeção positiva, principalmente quando se trata do mercado interno, já que o país possui uma das maiores cargas tributárias mundiais, o que impede diretamente o crescimento do setor.

A pandemia de Coronavírus trouxe grandes impactos para as economias afetando um dos mais lucrativos setores, o petróleo. Grandes empresas como a Exxon reduziram seu plano de investimento para 2020 em 30% ou mais. Por outro lado outros setores tiveram alta na demanda como o setor de saúde. A crescente necessidade de acompanhamento médico fez surgir diversas possibilidades através do ecossistema de IoT. É o caso de consultas remotas, monitoramento de pacientes e assistência através de robôs.

O risco de uma nova pandemia, ou de outro agravamento da Covid-19, está levando os lideres a considerar a maior automatização de seus processos, esta medida visa acelerar a recuperação da empresa durante situações de crise. Outras ferramentas como o acesso remoto também cresceram em adoção, pois conectam pessoas com as suas máquinas e aplicações. Caso você não tenha consigo participar da transmissão ao vivo, você pode assistir a gravação clicando aqui.

Série de webinar realizados pela ABINC debatem desafios e oportunidades para a IoT durante a crise

Nos últimos anos inúmeros desafios surgiram na nossa sociedade e a internet das coisas (IoT) tem se mostrado uma potente aliada para busca de soluções. Mas em 2020, um ano que jamais será esquecido, a tecnologia se torna nosso maior aliado para enfrentar uma das pandemias mais devastadoras dessa geração. 

Desde a confirmação do novo coronavírus inúmeras tecnologias têm sido aplicadas para mitigar a contaminação da doença. No monitoramento de casos confirmados ou suspeitos dispositivos de localização foram empregados para que as pessoas não deixassem suas residências. Posteriormente, inteligência artificial (IA) e câmeras térmicas passaram a monitorar locais de grande fluxo.

Robôs autônomos estão sendo utilizados para fazer a desinfecção de alas hospitalares contaminadas, a fim de diminuir a contaminação de profissionais da saúde e dispositivos IoT monitoram pacientes, disponibilizando dados em tempo integral. Para acelerar as pesquisas para uma vacina a indústria farmacêutica utiliza IA e o machine learning. Ainda há incertezas sobre quando iremos superar de maneira definitiva o coronavírus, mas sem as tecnologias atuais o cenário poderia estar mais agravado.

Sem dúvidas é possível afirmar que a IoT está contribuindo para tonar a nossa vida mais segura. Ainda amarguramos uma sequência de tragédias provocadas pelo rompimento de barragens em Minas Gerais. O monitoramento remoto de barragens de água e de rejeitos através de plataformas inteligentes possibilita a previsão de falhas e torna mais ágil a tomada de decisão.

A Agência Nacional de Mineração determinou que as mineradoras implementem até dezembro deste ano um sistema de monitoramento nas barragens classificadas de alto risco, o que tornará as operações mais seguras, não expondo pessoas ao risco e reduzindo custos da Operação.

Nas cidades as oportunidades para o desenvolvimento de tecnologias que melhoram a qualidade de vidas das pessoas têm aumentado. O potencial para soluções nas áreas de mobilidade urbana, telemedicina, rastreamento automotivo e segurança é grande mesmo em tempos de crise. Inúmeros desafios e oportunidades para a IoT também surgem no campo, desde sensores a soluções para as demandas do produtor rural.

A adoção do ecossistema de IoT cresce em toda a América Latina. Milhões de dispositivos estão captando dados cruciais neste momento para que a indústria, governos e pesquisadores possam usar essas informações para que algo seja melhorado. Por isso a gestão e segurança dos dados é valiosa para as organizações.

Estes temas foram abordados pela ABINC em uma série de webinar realizados entre maio e agosto deste ano, e agora estão disponíveis aqui no portal da Associação por tempo limitado.

Eles ficarão disponíveis por 30 dias e depois desse período somente associados poderão acessá-los.

  • Webinar – Soluções de mobilidade e IoT, uma oportunidade nos tempos de crise
  • Webinar – Como podemos combater o COVID-19 com tecnologias IoT?
  • Webinar IoT Snapshot – Um retrato da adoção e do potencial da internet das coisas no mercado latino-americano
  • Webinar – Os Dados são o Petróleo da IoT?
  • Webinar de Lançamento do Comitê de Cidades Inteligentes
  • Webinar – IoT no Monitoramento Remoto de Barragens
  • Webinar – IoT Industrial e dados aplicados para Manufatura
  • Webinar – Agricultura Digital: Desafios e Oportunidades com a IoT

Clique aqui para assisti-los.

Paulo Spacca fala sobre a IoT nos negócios no podcast GoEPIK

Na última semana de junho, o presidente da Associação Brasileira de Internet das Coisas – ABINC, Paulo José Spaccaquerche, participou do Podcast GoEPIK discutindo a IoT nos negócios. Em um bate papo com Wellington Moscon, CEO e fundador da GoEPIK, Spacca, como é popularmente conhecido, tratou temas como cenário da IoT no Brasil, transformação nos negócios e como iniciar um projeto.

Ainda no início da conversa o presidente da ABINC aproveitou para esclarecer uma confusão ao tratar a IoT como uma tecnologia, quando na verdade ela é um ecossistema composto por dispositivos capazes de coletar dados e transmitir essas informações através de redes sem fios. É através deste ecossistema que gestores podem usar os dados colhidos para tornar o negócio mais eficiente.

Neste cenário de transformação digital do negócio, Spacca afirma que a indústria da manufatura é a que mais está evoluindo com a gestão dos dados. Na área farmacêutica sensores estão sendo utilizados para aferir a dosagem dos medicamentos dentro dos parâmetros estabelecidos. A mobilidade urbana também se beneficia da internet das coisas. Nos grandes centros ocorreu um bum na disponibilidade de bicicletas e patinetes compartilháveis, utilizando formas de pagamento jamais vistas. Spacca é enfático ao dizer que: “isso é IoT”.

No Brasil, o ecossistema está ganhando força e influenciando de maneira positiva os negócios. Os gestores estão encarando a IoT como uma necessidade para melhorar a produtividade e principalmente para tornar as startups mais competitivas no mercado, mesmo contra as grandes empresas. E como alcançar esses objetivos? É claro que sozinha nenhuma ferramenta poderá garantir bons resultados para o negócio. Portanto, cabe ao empreendedor olhar para o seu negócio de maneira mais profunda, para assim, desenvolver as estratégias corretas.

A IoT será fundamental para indicar os pontos a serem melhorados na sua atividade, mas cabe a você enxergar onde ela poderá ser melhor empregada. Para Spacca, o gestor será capaz de elaborar uma boa estratégia para melhorar o seu negócio com a IoT se ele puder: primeiro, entender o seu negócio; pensar fora da caixa; como você enxerga a sua empresa?; o que faz para ser eficiente; o que pode fazer de diferente no seu negócio.

“É fundamental ter a cabeça aberta para fazer parcerias. Provavelmente você vai ter que falar com o seu concorrente, trocar ideia com ele, o caminho é por aí. É, está competindo, mas está cooperando. Como é que eu ajudo meu fornecedor para que ele seja mais eficiente para melhorar a minha eficiência e todo mundo sair ganhando?”, comentou.

O presidente da ABINC também ressalta que para iniciar um projeto com IoT não é preciso um começar grande. Também, nas palavras de Spacca – “Não espere para tentar fazer o ótimo, porque o ótimo é inimigo do bom” – Comece com um projeto pequeno, em uma das áreas da empresa. De preferência aquela onde há mais necessidade de melhorias. É possível instalar sensores em máquinas antigas, sem a necessidade de substituição dos ativos. Novas tecnologias estão sendo agregadas ao conceito de Indústria 4.0, ou 4ª Revolução Industrial. O blockchain, já conhecido para dar mais segurança às transações de criptomoedas e que aos poucos também está sendo adotado pelas indústrias, ganhou uma versão menor, própria para o ecossistema de IoT.  A IOTA, um tipo de criptomoeda, utiliza algoritmos diferentes da tecnologia tradicional para garantir dados de pequenos volumes.

Escute o episódio completo abaixo.

 

BNDES seleciona gestor para fundo de R$ 160 milhões para IoT

Na última semana a Indicator Capital foi anunciada como gestor do fundo de investimento em participações focado em startups que desenvolvam produtos e serviços para o ecossistema de Internet das Coisas (IoT). O fundo, lançado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em conjunto com a Qualcomm Venture LLC, braço de investimento da Qualcomm Incorporated, tem expectativa de atrair R$ 160 milhões de investimentos para a IoT no Brasil.

O objetivo do fundo, anunciado em dezembro de 2019, é fomentar o setor, apoiando as empresas em estágio inicial de desenvolvimento. No comunicado, o BNDES e a Qualcomm Venture LLC se comprometeram a aportar 50% do valor total do fundo, equivalente a R$ 80 milhões. Outros investidores serão convidados a participar e auxiliar na composição do valor total.

“O fundo, cuja tese tem como base estudos realizados em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação (MCTI), já nasce com um investidor privado de presença internacional, demonstrando o potencial do IoT no Brasil. Esperamos que a Indicator Capital capte outros investidores privados, inclusive no modelo de corporate venture, catalisando um círculo virtuoso de investimento em pequenas companhias de base tecnológica”, explica Filipe Borsato, chefe do Departamento de Gestão de Investimentos em Fundos do BNDES.

Dados do estudo IoT na América Latina desenvolvido pelo Inter-American Development Bank, que contou com colaboração da Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC) projeta que, até 2021, a IoT deve gerar no Brasil uma receita superior a R$ 3 bilhões. E nos próximos dois anos, o país terá 416 milhões de dispositivos conectados ao ecossistema.

O Fundo

O fundo de IoT terá 10 anos de duração e espera-se investir em, pelo menos, 14 empresas. Sua política de investimentos contemplará companhias que desenvolvam aplicações de hardware, software e análise de dados voltadas prioritariamente para aplicações em áreas estratégicas, tais como manufatura avançada, cidades inteligentes, saúde, e smart agro.

O fundo estará alinhado ao Plano Nacional de Internet das Coisas, política pública lançada em junho de 2019 para desenvolver o ecossistema de IoT no Brasil, e à nova regulamentação da Lei de Informática, que permite o investimento por fabricantes de eletrônicos, de recursos incentivados em fundos de venture capital.

O estudo “Internet das Coisas: Um plano de ação para o Brasil”, realizado em 2018 por um consórcio liderado pela consultora McKinsey, e patrocinado pelo BNDES e pelo MCTI, indicou como prioritários quatro ambientes para o desenvolvimento de IoT no Brasil: cidades inteligentes, saúde, rural e indústria 4.0; o que serviu de base para a definição do foco do atual fundo de IoT. De acordo com o trabalho, o impacto econômico global da massificação das tecnologias loT é estimado em até US$ 11 trilhões, superando os efeitos de outras tecnologias como a robótica avançada, computação em nuvem e mesmo a Internet móvel.

Em um próximo artigo, vamos abordar o que as empresas têm que fazer para terem acesso a estes investimentos.

Referências: BNDES, Valor Econômico